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No plural, os nossos olhares pelo mundo, com assinatura

26/04/2007

7 razões para ter um blogue num alojamento e domínio próprio

Nos últimos tempos, é cada vez mais frequente assistirmos ao aparecimento de blogues como principais meios de comunicação online de organizações como foi o caso do blogue “Lisboa em boas mãos“, que era a única ferramenta de comunicação online da candidatura de Maria José Nogueira Pinto à Câmara Municipal de Lisboa nas eleições autárquicas de 2005, ou como complemento à tradicional presença online das organizações, procurando promover a interactividade entre estas e os seus clientes/utilizadores, como é o caso do blogue “destakdiario” do jornal diário Destak.

Em qualquer um destes exemplos, como em muitos outros, “fhmfevereiro” ou “jovenspelosim“, optou-se por criar os blogues numa plataforma de blogues, como o Blogger ou o Weblog.com.pt, etc, em detrimento de se criar o mesmo num alojamento e domínio próprio.

Num exercício rápido, enuncio de seguida 7 razões pelas quais considero que as organizações devem optar por criarem os seus blogues num alojamento e domínio próprio:

1. Registar um domínio específico para a organização

Caso a organização ainda não possua uma presença na web, a criação do blogue num alojamento próprio, irá permitir registar um domínio, na maioria das vezes o nome por que é conhecida. Por exemplo uma suposta organização denominada “Movimento Social”, poderia registar o domínio “movimentosocial.org”, passando a estar disponível no endereço “www.movimentosocial.org”. Este registo tem claramente 2 vantagens para organização:

  • A notoriedade do nome da organização é reforçado, uma vez que em todas as peças de comunicação, deverá ser incluído o endereço online da organização;
  • Do mesmo modo, sendo o domínio igual ao nome da organização, é muito mais fácil memorizar o endereço de Internet. Como certamente concordarão é relativamente mais fácil memorizar “www.movimentosocial.org“, em vez de “mov-social.blogspot.com”, ou mesmo “movimentosocial.blogspot.com”.

2. Criar endereços de email associados ao domínio registado

Poderia ser considerada uma vantagem do ponto anterior, no entanto, julgo que pela sua importância merece ser destacada como uma razão independente.

Uma organização ao registar um domínio próprio para a sua presença online, passa a poder utilizar na sua comunicação com os seus clientes, fornecedores, e restantes stakeholders, endereços de email com o domínio da organização. Desta forma, deixa de utilizar endereços de email como “movimentosocial@clix.pt” ou “movimentosocial@hotmail.com” para passar a poder criar e utilizar endereços mais profissionais e credíveis como “info@movimentosocial.org” ou “nomedapessoa@movimentosocial.org”.

3. Aumentar a notoriedade do domínio principal da organização

Caso a organização já possua um domínio próprio, como por exemplo “movimentosocial.org“, o blogue poderá ser criado num subdomínio “blog.movimentosocial.org“, o que irá contribuir para aumentar a notoriedade do domínio principal e melhorar os resultados da organização em pesquisas nos motores de busca, como o Google.

4. Aumentar a credibilidade do blogue

Uma das questões mais polémicas associadas aos blogues é a sua credibilidade. Naturalmente que um blogue de autor anónimo, não pode ter a mesma credibilidade que um, cujo o autor utiliza o seu nome verdadeiro, disponibilizando inclusive uma pequena biografia. Do mesmo modo, na minha opinião, um blogue de uma organização tem muito mais credibilidade se estiver alojado no seu próprio domínio.

5. Custo acessível

Apesar da maioria das plataformas de blogues serem totalmente gratuitas, ou pelo menos terem algum plano gratuito, actualmente já é possível registar um domínio e subscrever um plano de alojamento a preços bastante simpáticos, acessíveis à maioiria das bolsas.

6. Capacidade de armazenamento

Apesar de no início, os blogues serem maioritariamente constituídos por texto, actualmente a utilização de imagens e outros elementos multimédia é cada vez mais comum, para não dizer obrigatória.

Algumas plataformas de blogues, atentas a esta evolução, aumentaram fortemente a capacidade de armazenamento em disco. Para plataformas com menor oferta, existem sempre outras soluções, como por exemplo, publicar as fotografias no Flickr ou os vídeos no Youtube.

Porém, no meu entender, nenhuma destas soluções se equipara à capacidade de armazenamento em disco que é possível ter, num qualquer plano de alojamento relativamente acessível. Por uma quantia razoável é possível, neste momento, subscrever um plano de alojamento com alguns GBs de capacidade de armazenamento em disco, onde será possível guardar qualquer tipo de ficheiro que se pretenda posteriormente publicar no blogue, desde uma simples imagem, um ficheiro PDF, ou mesmo, um ficheiro de áudio, para um podcast.

7. Diversas soluções de publicações de blogues Open Source

Actualmente existem várias aplicações de publicações para blogues Open Source, totalmente gratuitas, como por exemplo o WordPress, que podem ser instalados em qualquer servidor sem ser necessário ter muitos conhecimentos técnicos.

Em conclusão…

Estas são apenas algumas razões, pelas quais acredito que as organizações (tal como os blogueiros que pretendam levar mais a sério a sua presença na blogosfera) devem criar os seus blogues num domínio e alojamento próprio, através da utilização, por exemplo, do WordPress, em vez de recorrerem a uma plataforma, como o Blogger ou o Weblog.com.pt, entre outras. Outras razões serão bem-vindas, de forma a completar este artigo, quer através da utilização da caixa de comentários, quer através do envio de emails, para o endereço hugo.silva@activemedia.pt.

Se, por outro lado, pertencer a uma organização ou for um potencial blogueiro, que pretende dar os primeiros passos na blogosfera, através da criação do seu blogue, num domínio e alojamento próprio, mas não sabe bem por onde começar, não hesite em contactar-nos, para o email active@activemedia.pt. Teremos todo o prazer em colocar toda a nossa experiência ao seu dispor, para o ajudarmos.

Hugo Neves da Silva é autor do blog // lisbonlab e dos estudos “Blogues: experiência portuguesa” e “O papel dos blogues na comunicação organizacional” e consultor externo da Active Media na área de Web Social.

33 comentários e reacções:

[...] Media, agência de comunicação com a qual colaboro há alguns anos, um artigo intitulado “7 razões para ter um blogue num alojamento e domínio próprio” onde defendo que as organizações e os blogueiros que pretendam levar mais a sério, a sua [...]

[...] Silva: 7 razões para ter um blogue num alojamento e domínio próprio [...]

Mª João disse:
18:19h, 26-4-2007

Por acaso, o Lisboa em Boas mãos passou a estar disponível no SAPO, em http://lisboaemboasmaos.blogs.sapo.pt.

E já agora, a FHM deixou cair o fhmfevereiro, e passou-se para o castingfhm2007.blogs.sapo.pt/

Agora ponto por ponto, a minha opinião:

1 – O endereço estar disponível nos vários suportes à comunicação é, de facto, fundamental para se divulgar o Blog como mais uma forma de contacto e de divulgação. Mas não vejo qual a diferença, nesta perspectiva, em se comunicar movimentosocial.org ou movimentosocial.blogs.sapo.pt. Só se for pela economia de letras no endereço, e eventualmente na memorização. Mas tendo em conta que a maioria dos Blogs se encontram alojados em plataformas públicas, os endereços destas plataformas já são muito facilmente decoráveis.

2 – Criar endereços de mail, com o domínio que se registou. Sim, é verdade, mas também é verdade que a criação desses endereços (e a configuração dos servidores, e etc., e enfim, tudo o que implica a configuração de um domínio próprio) exige competências técnicas que não são do conhecimento do utilizador médio.

3 – O 3º ponto é uma variação do primeiro. A notoriedade. Mais uma vez, a notoriedade não se consegue através do endereço. Mantenho que a notoriedade se consegue através dos conteúdos dinâmicos, relevantes e úteis. Independentemente do tipo de endereço que usam.

4 – Credibilidade. Igual à notoriedade. Eu posso ter um domínio próprio e ter conteúdos pouco credíveis. O que confere credibilidade a um Blog não é o seu endereço, mas sim os seus conteúdos, e a forma como estes são disponibilizados. Again, ser domínio próprio ou não, não faz qualquer diferença.

5 – Custo acessível. Sim, mas mais acessível que Grátis, é difícil. E ainda é difícil, num budget de comunicação, incluir custos deste tipo, principalmente porque são acompanhados pelos custos do recurso humano necessário para gerir tecnicamente o domínio e respectivos servidores.

6 – Capacidade de armazenamento. No SAPO não há limite, nem de tráfego nem de capacidade de armazenamento. Um Blog pode ter todas as imagens que quiser, todos os vídeos, todos os posts. Portanto, não se coloca.

7 – Soluções open source, como o WordPress. Sim, mas mais uma vez se colocam as competências técnicas.

Acho estas recomendações úteis, mas apenas para quem tenha budget e competências técnicas que não tornem a operação numa enorme dor de cabeça que deixe o projecto a meio.

Para quem não tenha budget nem competências técnicas mais profundas, acho que a utilização de uma plataforma free continua a ser a melhor opção.

Espero que o meu ponto de vista (quase completamente divergente do ponto de vista exposto no post) sirva para dinamizar a troca de opiniões. É com esse espírito que aqui deixo este comentário :)

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Pedro Cardoso disse:
22:44h, 21-8-2012

Sabem…. há um ponto importante a acrescentar neste debate:

Uma razão porque se chama “domínio” ao endereço de um site com alojamento próprio… é que nessa estrutura o dono do site tem controlo absoluto sobre o mesmo, em todos os níveis imagináveis. Quando aderimos a um serviço grátis como blogger ou sapo wordpress.com, não é bem assim…. estamos *sempre* sujeitos às regras/limitações/caprichos da casa.

Para quê tentar construir castelos no jardim de outros reis? Não será mais sensato investir num terreno próprio, até porque isso realmente não implica custos/conhecimentos assim tão significativos?

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Jorge Oliveira disse:
11:40h, 23-8-2012

Sem dúvida. E ao valor a que se conseguem alojamentos hoje em dia e com a liberalização do .pt, não ter o dominio e alojamento próprios é de facto disparate, mesmo para um particular que quer ter o seu blog pessoal.

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António disse:
21:42h, 26-4-2007

A Maria João tem um bom argumento: instalar, manter, actualizar, corrigir bugs no software não são coisas que se aprendam de um dia para o outro e custam algum dinheiro a quem não dispõe de assistência técnica na empresa – ao lado disso, domínio e alojamento são amendoins. Felizmente já há soluções tipo typepad e wordpress.com cujos serviços pagos instalam o blog em dominio (ou subdominio) próprio.

Creio que a principal vantagem é a visibilidade, tanto para quem visita (como nos motores de busca ;) ). Por muito que se esforçassem nunca seriam capazes de criar uma associação tão forte entre blog e empresa se este estivesse em activemedia.blogs.sapo.. ou outro espaço em vez de um subdomínio do site da empresa.

Finalmente um reparo Hugo, julgo que 7) "Open source" não é lá grande vantagem quando se trata de empresas com o objectivo de minimizar o risco. Mas como eu digo se o WordPress serve para Nasa ( http://center.arc.nasa.gov ) serve para qualquer um…

responder

Mª João disse:
23:09h, 26-4-2007

Ó António….."se o WordPress serve para a Nasa, serve para qualquer um"?
Penso que falta de dinheiro e de competências técnicas (dois dos meus argumentos) não serão propriamente problemas com que a Nasa tenha de se debater :)

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Hugo disse:
0:15h, 27-4-2007

Maria João
Antes de mais, obrigado pela tua participação. A discussão de ideas é sempre saudável.

Confesso que não sabia, que o "Lisboa em Boas Mãos, tinha passado para o SAPO, mas a verdade é que durante a campanha das eleições autárquicas de 2005, o blog no Weblog.com.pt, era a única presença da candidatura de Maria José Nogueira Pinto na Web. Pelo que percebi, só posteriormente às eleições é que o blogue passou para a vossa plataforma.

Em relação ao FMHFevereiro, não sei se "deixou cair" será o termo mais correcto, pelo que percebi daquele blog, o seu objectivo era unicamente apresentar uma lista dos "100 Melhores Vídeos Portugueses do Youtube", pelo que continua disponível, para quem o quiser consultar.

E agora, o meu comentário aos teus contra-argumentos:

1. Tenho que concordar ctg, que é verdade que a maioria dos blogues estão alojados em plataformas de blogues, porém numa época, em que cada vez temos mais coisas para memorizar, quanto mais simples for o endereço de Internet de uma determinada organização mais fácil será a sua memorização, sobretudo se este for o nome pela qual esta é conhecida.

2. É verdade que criar endereços de email, num serviço de alojamento, poderá não ser tão simples quanto criar um email no SAPO, mas, no meu entender, é cada vez mais um processo mais fácil, onde não é necessário nenhum administrador de sistemas, mas simplesmente um utilizador de Internet com alguma experiência.

3. Em parte, concordo contigo, porém acredito que se uma determinada organização tiver um blog, num domínio por exemplo "blog.movimentosocial.org", que ocasionalmente um utilizador consulte, se esse mesmo utilizador tiver necessidade de consultar a página dessa organização, facilmente perceberá que a página estará disponível em http://www.movimentosocial.org. Pegando no exemplo da FHM, qual é o endereço da FHM, em Portugal?

4. Uma vez mais em parte, não deixas de ter razão, por outro lado independentemente dos conteúdos plublicados, o domínio próprio pode automaticamente conferir credibilidade a um determinado blog. Por exemplo no caso da Active Media. O facto da Active Media ter o seu blog, num subdomínio "blog", é um sinal inequivoco de que este pertence à empresa Active Media, uma vez esta é a única que pode registar o domínio "activemedia.pt". Pelo contrário, um activemedia.blogs.sapo.pt não daria qualquer garantia ao leitor, que este se trataria efectivamente de um blog da organização Active Media. Por exemplo a página http://fhm.no.sapo.pt/, será mesmo a página da FHM? Um leitor mais atento e experiente rapidamente percebe que não, mas quantos não acreditirão que estão mesmo na página da FHM.

5. Sim, o acessível não será grátis, mas, para mim, o custo/benefício é mais que vantajoso. Além disso não acho que seja necessário ter um recurso humano especifico para gerir tecnicamente o domínio e o alojamento. Sendo que, como o António refere já há formas, de por exemplo, através do WordPress.com, utilizar a plataforma no seu próprio domínio, através de um pequeno pagamento.
7. O WordPress é apenas, um exemplo, no entanto, quem conhece esta ferramenta, sabe perfeitamente que não são necessários grandes conhecimentos para a sua instalação e posterior gestão.

Honestamente, eu acho óptimo que existam tantas plataformas de blogues, como o Weblog.com.pt, o Blogger, ou os blogs.sapo.pt, entre muitas outras, principais responsáveis do fenómeno que são os blogues, sobretudo pela sua democratização e consequente massificação, porém para mim, as plataformas de blogues têm um público-alvo, diferente dos blogues existentes num domínio e alojamento próprio, ou não?

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Mª João disse:
12:05h, 27-4-2007

Alô Hugo,

Sinceramente, acho que o importante, num Blog, não é a plataforma em que se encontra alojado.
Há argumentos teus com os quais concordo parcialmente e, do que percebi, há argumentos meus com os quais tu concordas parcialmente :)

Mas no fundo, não acho que tenha muita importância o sítio onde o Blog está alojado. O importante são mesmo os conteúdos e esses, mais coisa menos coisa, em última análise, são o que faz a diferença :)

E nisso, eu acho que concordamos plenamente :)

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15:33h, 27-4-2007

Hugo, na minha opinião os teus argumentos são válidos. Tal como os da Mª João.
Passo a explicar.

Eu faria uma divisão em relação ao tipo de utilização que o blog terá.
No caso empresarial não concordo com os elementos apresentados pela Mª João. Creio ser fundamental para a própria credibilidade da empresa ter o blog alojado no seu domínio. E em relação a isto o Hugo dá excelentes argumentos no seu último comentário.

Depois há o outro lado. O do simples utilizador que tem um blog para contar o que fez hoje e mostrar as fotografias do seu cão. Para ele não vejo qualquer problema em utilizar um serviço de blogues grátis, como o Sapo ou o próprio WordPress. Pelo contrário. É simples e grátis. Mas também aqui há blogues muito bons em termos de conteúdos. Não deixam é de estar juntos com mais não sei quantos milhares em que o que muda é a primeira palavra do endereço.

Um domínio próprio confere ao blog uma maior credibilidade, sem dúvida. Tal como o Hugo disse, se existisse um activemedia.blogs.sapo.pt não seria necessariamente um blog oficial da empresa. Qualquer pessoa o poderia ter criado, ao contrário de um blog.activemedia.pt. Este argumento creio que é irrefutável.

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Mª João disse:
18:50h, 27-4-2007

Eu acho que a credibilidade de um Blog não é conferida automaticamente pelo domínio.

Se existisse, e fosse oficial, o blog activemedia.blogs.sapo.pt a sua credibilidade seria dada pelos conteúdos que aí fossem disponibilizados, mais do que pelo endereço.

Concordo que é mais rápido adquirir credibilidade num endereço próprio, ainda sem conteúdos, mas, em havendo conteúdos, vai dar ao mesmo :)

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António disse:
0:12h, 28-4-2007

Exacto, Maria João. Se serve para a Nasa, que tem tudo menos falta de dinheiro e opções à sua diposição, então deve ser mesmo bom. Há ainda muitas pessoas nas empresas que desconfiam do open source.
Eu falei nos serviços do wp.com mas não me devo ter exprimido correctamente (tipico): por 300 usd/mês aloja-se um blog vip na plataforma e por 15 usd/ano (ou 10 mais dominio) eles fazem o mapping do dominio, ie, o blog mariavaicomasoutras.wordpress.com passa a estar disponivel em endereço próprio.

Ter um blog em domínio e alojamento proprio e fantástico para alguém como eu, mas confesso que um dos atributos de que sinto a falta no sapo e no wordpress é a comunidade – a plataforma disponibiliza varias listagens de blogs pelos quais podemos navegar e encontrar "companheiros de viagem".

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Mª João disse:
2:01h, 28-4-2007

Working on that :)
Já temos algumas coisas, muito básicas ainda, mas essa é uma área onde ainda temos pano para mangas :)

responder

Paulo Querido disse:
20:19h, 2-5-2007

Caro Hugo, boa peça.
Maria João, lamento contradizer-te mas para algumas pessoas, como eu, um zbr.blogs.sapo.pt é razão pra começar logo com -2 antes sequer de ler o blogue. É aliás pouco provável que o leia.
As plataformas emprestam alguma credibilidade aos blogues — isto quando as plataformas as têm.
Eu não acho que a plataforma do Sapo credibilize blogues (atenção, não discuto nem a parte técnica, nem o vosso alojamento e serviços, que sei serem bons!). O Blogspot e o WordPress emprestam alguma credibilidade, ou nome pelo menos, todas as outras não — umas menos que outras, claro.
Se a Activemedia caísse no endereço activemedia.blogs.sapo.pt eu faria tsc tsc e não estava a comentar. Idem se fosse blogspot: uma empresa de comunicação pode associar o seu nome a modismos (tipo: Orkut no início, hoje o Second Life), mas não deve ficar associada a esses serviços quando deixam de ser comunicacionamente sexy.
Em geral, de acordo que as plataformas são boas para começar quando não se pesca nada disto ou não se têm ainda objectivos. Como playground é óptimo ir para o Sapo. Mas para ter um projecto de blogue sério, francamente: endereço próprio e mais nada. Parem de engordar os outros! Até porque um domínio paga-se a si próprio. Perguntem-me como :P

responder

Mª João disse:
23:04h, 2-5-2007

Olá Paulo, não me estás a contradizer, estás só a manifestar a tua opinião, que é diferente da minha (como aliás é hábito :)

Mas, não sei se percebi.
Um blog, com os conteúdos a, b e c, alojado no Blogspot tem mais credibilidade do que o mesmo Blog, com os mesmos conteúdos a, b e c, alojado no SAPO?

Isso é preconceito :)

Eu mantenho, o que faz um Blog, são os seus conteúdos, e não a plataforma em que está alojado.

Não me vais dizer que o Adufe tem mais credibilidade (ou qualidade) por ter mudado para .net, pois não?

Os Blogs de mais sucesso, até hoje, em Portugal, estão alojados em plataformas públicas (Gato Fedorento, Abrupto, O meu pipi, etc…), o que contraria a tua teoria. A não ser que estejas a misturar o conceito "blog mais a sério" com "tentativa de fazer dinheiro com o que escrevo". Uma não invalida a outra, mas não têm de andar juntas.

Ou achas que todos os Blogs alojados em plataformas públicas são blogs que não são sérios?

Eu não acho.

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Hugo disse:
0:13h, 3-5-2007

Boa noite Eduardo
Antes de mais deixa-me reforçar que o artigo é destinada maioritariamente a blogs de organizações, pelo que, na minha opinião, volto a repetir, o URL de um blog de uma empresa, se for http://blog.nomedaorganizacao.pt, tem à partida mais credibilidade do que um nomedaorganizacao.blogs.sapo.pt, porque tal como já disse anteriormente qualquer pessoa pode registar esse blog nos blogs do sapo, enquanto só os proprietários do domínio nomedaorganizacao.pt, podem criar um blog no sub-dominio blog. É claro, que isso só por si não é uma garantia absoluta de credibilidade.
E já agora, extendendo o raciocínio ao teu exemplo do email, será que olhas com os mesmos olhos para duas organizações que prestem o mesmo serviço, sendo que uma te envia a sua proposta com um email info@nomedaorganizacao.pt e outra com o email info.nomedaorganizacao@sapo.pt?

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Eduardo disse:
23:29h, 2-5-2007

Santo deus. Que conversa tão anacrónica. O tempo em que ter um domínio era coisa para uma certa elite técnica e financeiramente "esclarecida" já lá vai. Só quem ficou parado no tempo é que pode pensar que a credibilidade vem do URL.
O mesmo racional dos blogs pode ser aplicado no mail. Alguém acha o meu mail menos credível por ser @gmail.com ou @sapo.pt? Ou será que se for @mac.com é mais sexy?

O threshold da marca alojadora é a sua invisibilidade. Em Portugal, o @sapo.pt já é quase invisível tal como o .blogspot.com.

E já agora. Quem daqui é que ainda decora o URL? Será que andam com um caderninho moleskine onde assentam religiosamente os URLs que vos interessam?
É que 90% das pessoas chega à janela de search e põe lá uma palavrinha à espera de ir parar ao sítio do costume. Ou usam favoritos (cada vez menos) ou subscrevem o RSS e estão-se nas tintas para o resto.
Eu já nem sei onde tenho os documentos, quanto mais o raio do URL. Uso o quicksilver, duas letras e um enter. O M$ Vista vai pelo mesmo caminho.

Domínio próprio sim claro, mas apenas quando se justifica. Quando haja serviços próprios e contextos que o justifiquem.

responder

Jorge disse:
10:44h, 3-5-2007

Vou entrar na discussão… nem de propósito recebi hoje um site que se pretende posicionar como um serviço profissional.

Vejam e digam-me lá que credibilidade vos oferece?

A mim… nenhuma. :-)

<a>

responder

Mª João disse:
12:38h, 3-5-2007

Nenhuma, sem dúvida.
Mas, se estivesse em http://www.prarrendar.com teria mais credibilidade?
Não.

Pelo menos, não para mim.
O discurso que usa é pouco trabalhado, não tem um "About", tem erros de ortografia no texto, tem anúncios Google que apontam para sites potencialmente concorrentes…..nope…..não é um serviço credível.

Não seria igualmente um serviço credível, se o endereço fosse diferente.

responder

Paulo Querido disse:
13:44h, 3-5-2007

Caro Eduardo,
não há nada de anacrónico nesta conversa. Só um geek fechado nas quatro paredes do seu gabinete na última década não viu que TODOS OS DIAS chegam newbies à rede, newbies a quem é preciso explicar tudo — a começar por o que é um URL e qual é o melhor alojador de fotos.
Não tenha a mínima dúvida que um endereço de correio @mac.com é mais sexy e que — preconceito!, vai gritar a Maria João — algumas pessoas, como eu, tenderão a ter mais consideração e simpatia por um endereço @gmail.com do que por um endereço @sapo.pt. Escuso-me de comentar as razões (sim: há razões, do foro do racional). Digamos que o correio do Sapo promove serviços que o Gmail combate e que eu prefiro não ter, sendo lógico que acabe a ter um endereço @gmail e com o tempo a ter pena das pessoas que continuam presas aos seus @sapo.

A "invisibidadade" da marca traduz-se nisto: o poder, tal como ele é medido em termos de rede, do domínio sapo.pt é construído com base no trabalho alheio — algum dele pago contratualmente, como julgo ser o caso dos jornais, rádios e televisões que foram na conversa, ups, risca, que aceitaram os contratos, e A GRANDE MAIORIA "paga" sob a forma de prestação de um serviço de custo residual (e que se obtém gratuitamente em centenas de sítios),
Eu não tenho nada contra robustecer um domínio (e uma marca) desta forma, que é legal e faz sentido enquanto actividade comercial.
Apenas estou consciente do que está por detrás da gentil prestação de bons serviços por parte do Sapo (e não esquecer: do Google, e do WordPress, para citar os dois maiores) e, desculpar-me-ão ambos, gosto de a) manter-me lúcido e b) ajudar quem me leia a escolher melhor informado.

O Hugo recentrou a conversa e fez bem. Uma coisa é falar do miúdo (ou graúdo) que vai fazer um blog e escolhe "pertencer" a uma "comunidade", como o Sapo (a propósito, trabalhem melhor as listas, os blogs Sapo são muito ilhas e têm poucas pontes) ou o Sol, outra é ser-se uma empresa que preza a sua imagem.

Aos olhos de muita gente, a começar pelos promotores, pode parecer bem uma rádio ter o seu blogue no Sapo. A rádio ficará com a ilusão de estar "mais perto" da comunidade e a comunidade vai lá comentar entusiasticamente o primeiro post, servindo para o alojador "justificar" o sucesso perante o "cliente". Mas na realidade as coisas não são bem assim. Estar ali não dá qualquer garantia. O que dá garantia é, como disse a Maria João, os seus conteúdos (argumento que joga a favor da minha teoria de dispensa de serviços que nada nos adiantam). E um dia a rádio perceberá que trocou a sua imagem (e o seu trabalho) por um conjunto de serviços que podia ter tido a custo zero, não tendo, sequer, enriquecido o seu próprio domínio (o "terreno" na Internet).

Os exemplos históricos não colhem. No início era assim em todo o lado e muito poucos arriscaram ter o seu domínio. Agora, Maria João, pareces estar completamente desfasada do que se passa na blogosfera. Vê o top 100 do Technorati (apenas como exemplo). Confere quantos blogues estão em plataformas comerciais. "Cava" um pouco e verás nitidamente a tendência: o número vem a diminuir.

Não acho que "todos" os blogues alojados em plataformas comerciais (tira daí o "público" porque embora não pareça a PT já não é uma empresa do Estado há muito, essa é uma confusão propositada Maria João?) não são sérios, que parvoíce para achar. Leio cada vez menos blogues alojados em plataformas comerciais, é um facto. Porquê? Porque cada vez mais os blogues que para mim contam estão em domínios próprios, alojados em dezenas de serviços de housing que apresentam preços fantásticos. Porquê? Ia responder, mas essa fronteira já entra na consultoria.

Finalmente, o meu derradeiro exemplo para a lenga lenga da credibilidade (muito, mas muito antes dos abouts e da qualidade): "Então estes caramelos nem conseguem ter o seu próprio domínio e meter-lhe um WordPress? Tristes!…"

responder

Eduardo disse:
22:54h, 3-5-2007

Hugo,

Bem tentaste "recentrar" a conversa mas como vês, é inútil. Ela já vai lá ao fundo :)
No teu exemplo, eu não olho para o endereço de mail do qual me foi enviada a proposta. Olho para a proposta. Dou-te até um use-case que pode ser reproduzido num dos dois clientes de mail que uso: (Mail.app no mac e Thunderbird no PC).
Recebi por mail uma proposta de uma empresa que chamada "d'ArtSom". Uso ambas as apps em formato de dual pane com a lista de mensagens em cima e a mensagem aberta em baixo. Na lista, o sender aparece com o nome da empresa e os meus olhos saltaram directamente desse foco para o conteúdo da mensagem. Não fui, nem vou ver o detalhe do sender e acredito que a maioria das pessoas não o faça. Mas há mais: experimenta adicionar o sender do mail ao address book. O que acontece? Poof! Por milagre desaparece o endereço do écran e fica-te apenas o sender name. Nunca mais o vês a não ser que vás explicitamente à procura.

Paulo,

Lá estamos a misturar alhos com bugalhos. Mas estamos a falar dos newbies que chegam todos os dias à rede? É que se estamos, então toda esta conversa deixa de ser anacrónica para passar a ser totalmente contraditória ou mesmo obscura. É que no mesmo parágrafo fala de newbies e dá o seu exemplo enquanto simpatizante por um endereço gmail ou mac. Não me parece que o Paulo seja totalmente newbie, pelo que confunde o leitor.
Falemos de newbies então. Pelo que me é dado observar, para um verdadeiro newbie, o "@gmail" parece mais um erro ortográfico de quem não sabe escrever a palavra inglesa "mail" e o @mac um consórcio escocês. Dito isto, parece-me que não é desses que estamos a falar. Falamos sim de utilizadores com alguma experiência de internet a quem não temos de explicar o que é um URL (eu prefiro explicar o que é um "endereço web").
Quanto às suas considerações sobre sapo ou gmail, passam-me ao lado. Diz que não quer comentar mas comenta sem comentar. As razões que determinam a escolha do mail são muitíssimas e variadas. Prefiro acreditar que os utilizadores (após algumas deambulações) optam pelo que lhes dá melhor qualidade de serviço e onde se sentem mais confortáveis e apoiados. A vantagem da internet é mesmo a de ninguém estar preso a nada (a não ser ao ISP, mas cada vez menos).
O Paulo segue com uma diatribe contra o Google, WordPress e Sapo que afirma estarem a "aproveitar-se" do trabalho alheio?! Eu confesso que até acho piada às visões neo-anarcas mas são geralmente tão ingénuas que caem no ridículo. Só encontro essa ingenuidade em quem está nisto há muito tempo (demais) ou nos recém-chegados. Desde o Gutenberg que o caminho entre a mensagem e o leitor passa por inúmeros hops de "trabalho alheio". E que mal há nisso? Nenhum, diz o Paulo. "Até é legal" diz a custo. E diz mais: que os jornais vão "na conversa" ao invés de obterem esses mesmos serviços gratuitamente em centenas de sítios.
Essa "conversa" chama-se marketing e é trabalho e quando é bem feito, rende. A tal "invisibilidade" faz-se de muita coisa sim. De marketing, de know-how, de "savoir faire" e de muita inteligência. Veja-se a evolução da proporção "programadores/comerciais" em qualquer uma das empresas que citou.
Francamente, não entendi depois o argumento da lucidez. Está a falar dos que pegam no trabalho de dezenas de developers da comunidade open source e o fazem render, repetindo para si mesmo. "Ah! É GPL posso usar e facturar"? Essa solução está sempre ao dispôr claro. E é muito útil quando somos meros amadores.
Pegar num tar.gz do sourceforge e pôr a render é tão simples quanto saber ler inglês. Escalar, fazer funcionar, dar suporte, são outras contas. Contas que os Googles, WordPress, Sapo, MSN, etc têm de fazer concerteza todos os dias. Contas que têm de ser pagas obviamente e à custa da notoriedade também. Por isso, pelo velho racional económico é que muitas empresas não o fazem.
Mas não só. É que o investimento em marketing, a tal "invisibilidade" pela proximidade dá outra coisa importante: muita audiência. É esse o racional de ver uma barra sapo no Sol ou uma barra clix no expresso.

Diz ainda o Paulo que os blogs que contam para si estão alojados em domínios próprios. Só faltou mesmo o porquê. Era esse o sentido deste lençol.

Eu tenho curiosidade em saber.

responder

Paulo Querido disse:
23:38h, 3-5-2007

Não, Eduardo, não era. Isso são razões pessoais e totalmente irrelevantes para a conversa. O sentido desta conversa é discutir prós e contras de alojar um blogue em domínio próprio (e, por oposição, num alojador profissional).
Ainda nas lateralizações, ficámos a saber que o Eduardo acha que a barra Sapo é que dá força à marca Sol, ou que o Expresso sem a marca Clix associada estava pior (e, na mesma "lógica", o blogue da Activemedia estaria muito melhor marketizado debaixo da barra Sapo).
É um argumento ridículo e sem ponta por onde pegar. É a arrogância levada ao limite extremo. Eduardo: a inversa é que é a verdadeira, não fossem as marcas TSFs, DNs, JNs, Expressos, e os actuais portais de operador estariam na sua verdadeira dimensão.
E isto nada tem a ver com operações" de marketing (uma história que só mesmo o Eduardo gostará de contar a si próprio): foram decisões de management com vista ao crescimento orgânico e às economias de escala.

Adiante.
A verdade que sobra é esta: uma empresa tem mais vantagens em apresentar-se dentro do seu próprio domínio, ou criar um domínio específico para um serviço ou produto que queira comunicar. Mesmo para um cidadão comum, começa a ser mais atractivo ter um endereço pessoal, distinto, do que deixar-se confundir.

Para sobreviver ao momento actual, o Sapo vai ter de fazer muito mais do que está agora a fazer, em termos de alojamento. Tem uma oferta deficitária.
Admito que um músico tenha uma zona no MySpace, tira daí benefícios tecnológicos e tem garantias.
O Sapo nem sequer transmite uma sensação de integridade, no que respeita às pesquisas. E uma pessoa que opte pelos blogues do Sapo nunca tem a certeza se o seu trabalho ficará sempre visível em toda a Internet ou, como sucedeu antes e ainda sucede nalguns "canais", das tantas às tantas só é visto por quem está dentro da rede Sapo. E ainda justificam com a seguinte tirada (obviamente falsa): ora, ADSL ou cabo, a maioria usa PT.

Entenda, Eduardo, que não há nada de pessoal nisto. Tenho o maior respeito pelos técnicos do Sapo, onde conto algumas amizades.

responder

Eduardo disse:
0:20h, 4-5-2007

Paulo, se não estamos aqui a explicar porque razão achamos (ou não) que os blogs devem estar alojados em domínios próprios então estamos em sítios diferentes.
Continuo curioso das razões que o levam a dizer que só lhe interessam uns e não os outros. Se não são relevantes isto é um desperdício.
Ridículo é pensar que sem o Sapo, o Sol teria a mesma visibilidade na internet. Arrogante é pensar que os media que referiu (TSFs, DNs, JNs, Expressos) são representativos no número de visitas desses portais (pergunte às suas amizades no sapo). Contraditório é assumir que então a "economia de escala" já justifica plenamente a opção.

O laudo acusatório da PT também me parece já fora de moda. Quanto à visibilidade, o google diz-me que o Paulo Querido é mencionado 138 vezes nos blogs do sapo. O google é a internet não?

O que sobra é que o Paulo não interessa ler um blog só porque não está num domínio próprio. O irracional é que me deixa curioso. Fico sempre a achar que me está a escapar alguma ideia brilhante. Ou talvez não?

responder

Paulo Querido disse:
2:10h, 4-5-2007

Eduardo, as suas conclusões sobre os meus hábitos são engraçadas! Não sei onde as foi buscar. Não é por estarem aqui ou ali que leio ou deixo de ler um blogue, simplesmente venho a ler cada vez mais blogues com a sua própria identidade. Tem a ver com os meus interesses, mas também com a evolução.
Continuo a ter na minha blogroll blogues de vários alojadores comerciais, incluindo o Sapo. Leio-os esporadicamente. Tendencialmente, menos — porque o tempo escasseia, sim, e porque cada vez há mais blogues interessantes que fugiram dos alojamentos comerciais.
Respondendo a outra questão: o Google é o motor de pesquisa mais potente ao nosso dispor. Confundi-lo com a Internet… é mesmo coisa de quem também quer ver o Sapo confundido com a rede .pt.
O rssto… francamente, não o vou discutir consigo. A sua posição é demasiadamente parcelar.

responder

Vasco Cotovio disse:
17:45h, 21-5-2007

Em primeiro lugar em relação ao post em si, penso que está bastante confuso e não apresenta argumentos fortes para a colocação de um blog num servidor independente.

Fica por mencionar no post por exemplo a liberdade de escrita de conteúdos e o direito sobre os mesmos quando falamos de um blog em servidor independente.
Quanto aos direitos de autor dos conteúdos postados é uma questão que não tenho esclarecida pelo que não vou pronunciar-me em relação a esse ponto.
Parece-me também que o post está muito direccionado para organizações, faltando aqui razões para o utilizador comum.
Razões essas que não faltam, existem diversos blogs americanos que defendem esta transferência para um domínio independente, mas defendem-no no que diz respeito à profissionalização, da qual falarei mais em baixo.

Agora mais direccionado para os comentários e para o ponto
Eu acho que estamos a confundir conceitos.
Uma informação não é menos credível por ser publicada no Blogger ou na WordPress ou noutro servidor de blogs profissionais.

Se publicar num blog que as estratégias económicas do governo são erradas, quem me lê não vai acreditar no que escrevo pelo sitio onde alojo o blog, antes vai procurar saber quais as minhas credenciais e fundamentos para tal afirmação.
Se ambas as informações forem providenciadas ao leitor e se estas sustentarem a minha afirmação o leitor irá tomar-me como uma fonte credível e provavelmente acreditará em mim. Não será, com certeza, porque o meu blog tem o ".blogspot.com" no endereço que as minhas afirmações deixarão de ser acertadas aos olhos dele.

No entanto para uma empresa, um blog em servidor independente ajuda a dar força à marca. É visto como um cuidado extra que a empresa teve, para tornar o seu serviço mais profissional.
Mostra algum poder perante o potencial cliente e transmite segurança.
E é isso mesmo que ter um blog alojado num servidor independente é, é caminhar para a profissionalização de quem escreve.
Numa empresa? Absolutamente necessário.
Para um escritor independente? Só se pretender profissionalizar-se.

responder

Spyridon disse:
14:27h, 7-9-2007

Nice!

responder

Bnetfdgsjieoc disse:
11:18h, 7-9-2008

lyrics you are the song of my heart you are the dance in my feet <a href="http//bnetsearch.com/search.php?q=smalls+jazz+club" rel="nofollow">earth science rock collection lab britney spears anime

responder

Thiago disse:
14:59h, 15-10-2008

Blog execelente amigo…

Recomendo este lugar, ele possui domínios de GRAÇA http://www.dominiodegraca.co.cc/

Abraço

responder

Thiago disse:
22:16h, 26-10-2008

Este endereço de cima mudou…agora é http://www.dominiodegraca.active.ws/

responder

rui disse:
0:27h, 26-5-2009

´parabens pelo blog

responder

Jorge Oliveira disse:
7:47h, 28-5-2009

obrigado! :)

responder

11:21h, 13-9-2011

Sem dúvidas que é mais vantajoso ter um domínio e alojamento próprio. Temos mais funcionalidades, não corremos o risco de ver o site/conta eliminada, mais credibilidade, etc etc.

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