De muito se tem falado no YouTube e nas suas aplicações, funcionalidades, etc. De fora de todas as análises tem ficado a sua utilização enquanto canal corporativo ou enquanto “arma” de relações publicas e de influência da opinião pública.
São já muitas as empresas ou organismos que criaram os seus canais e aí colocam conteúdos de livre acesso, desde a televisão do Chelsea à Starbucks, que aproveita para veicular vídeos de resposta à Oxfam, os inevitáveis GreenPeace e Playboy. Isto para falar apenas dos mais evidentes.
Uma pesquisa mais apurada leva-nos a descobrir editoras de música, ONG’s, Lobbies, etc, etc, etc, que de uma forma ou doutra procuram o seu espaço.
A ferramenta está disponível e é livre. Para ter sucesso, há que definir uma boa estratégia de utilização, ter capacidade de reacção e saber produzir os conteúdos mais apetecíveis ao boca-a-boca e ao passa palavra via email ou blog. Porque não?





