Este ano resolvemos abrir os estágios curriculares a outras áreas, nomeadamente ao marketing e comunicação. Tipicamente centramos estes estágios nas áreas técnicas e de design, talvez por defeito profissional.
Mas se tantas vezes criticamos o afastamento dos cursos de marketing das novas tecnologias e do seu papel na comunicação, nomeadamene quando se fala de digital signage, porque não começarmos nós a espalhar alguns vírus? É de pequeno que começa certo?
Desafiámos a Nilza Anibal, a nossa jovem estagiária, a escrever sobre o marketing de experiência, área que pretende desenvolver no futuro, e o digital signage. O resultado segue transcrito, sem edição, a servir de ponto de partida para o resto das tarefas de estágio que iremos desenvolver.
Nos dias que correm, o digital signage está presente em todo o lado. A novidade que eram os ecrãs digitais gigantes dos centros comerciais e dos hospitais transformou-se numa parte integrante do nosso dia-a-dia.
Ao visionarem o seu potencial, o mercado das tecnologias resolveu investir nesse novo rumo da comunicação.
Aliando esta tecnologia ao marketing das experiências, as marcas conseguiram reforçar a sua imagem e defender os seus valores perante um público que se demonstrava cada vez mais desinteressado e desconfiado.
Com um modo novo, alternativo e virado para o irreverente, passaram não só a divulgar as suas empresas e a manter os consumidores informados, mas também a fidelizar e a proporcionar momentos únicos e memoráveis.
Momentos… experiências… E então? Para que serve tudo isso afinal?
A resposta é simples: Relação!
O simples facto de as empresas reconhecerem que não basta criar um produto e “atirá-lo” ao mercado, que é preciso criar uma empatia entre a mesma e os targets ou mantê-la nas suas mentes, revela a importância do digital signage para o experience marketing.
Em suma, conseguiram fazer com que esta parceria levasse aquela gente, quase sempre indisponível, a parar uns minutinhos para ver, ouvir ou “sentir” o que está a sua volta…
Isto sempre através de experiências concretas que a empresa e o produto lhes possam proporcionar é claro!






