Quando as apresentações de projectos se começam a tornar banais e não há nada que não envolva um chão interactivo ou algo do género, fica na memória a apresentação de Neville Brody e o seu eterno apelo à inovação, ao correr riscos, ao rasgar de posições assumidas para o descobrir de novos caminhos.
Nunca como hoje este apelo faz sentido. Vivemos numa redoma de posições confortáveis, de propostas adequadas a um sentimento de que assim serão aprovadas, sem rasgos, sem criatividade, mortas à nascença por prazos apertados, de tudo pedido para ontem. E nunca nos perguntamos até onde isso vai ser a morte do próprio projecto. E se muitas vezes temos essa noção, é cada vez mais complicado passar essa importância para o lado do cliente.
Se olharmos para trás, para a história em geral, que é que ficou? O que é que marcou? O que podemos aprender com os nossos erros? E se não erramos é porque não arriscamos certo? Vamos correr riscos então?
Voltarei aqui mais tarde.
Entretanto cliquem por aqui e deliciem-se com este universo surrealista.





