Finalmente o nosso site está no ar. Passados quase 3 meses desde o início de todo o processo queremos partilhar aqui tudo o que envolveu a sua construção, desde o conceito às ferramentas, passando pelos desafios e dificuldades.
Como o Jorge mostrou no artigo de boas vindas, foi um processo longo. Muito longo… As possibilidades eram tantas que muitas vezes se tornava difícil colocar um travão na hora de chegar a decisões. Só dependiamos de nós, o que por vezes complica as coisas. Mas é nessas alturas que é necessário sermos auto-disciplinados e sabermos reconhecer quando chegamos a uma solução que nos preencha.
E chegámos
O Conceito

O conceito ficou muito bem definido desde o início do processo: conteúdo.
Todo o site teria de ter em atenção a melhor forma de o fazer – pragmática e sem grandes adereços. Tudo isso fez com que toda a estratégia de comunicação fosse delineada desde o início e a arquitectura de informação fosse pensada até à exaustão. Design sem conteúdo é apenas a decoração.
O Design

A importância dada à tipografia no design é o principal elemento a destacar. A combinação de fontes serifadas e não serifadas transmitiu o “ar” editorial pretendido e contribui também para a melhor leitura e percepção do conteúdo.
No Portfolio optámos por usar alguma interacção na forma como mostramos o nosso trabalho. Cada barra representa a cor associada ao projecto, sendo ela sempre a cor do cliente.
Em termos estruturais mantivemos as coisa relativamente simples. A intenção foi que os nossos visitantes não se distraissem do elemento principal do site.
HTML5

No seguimento da nossa primeira Active Session, definimos que teríamos de ser a montra daquilo que queremos dar aos nossos clientes. O HTML5 representa o futuro em termos de markup language e com as novas tags estruturais pudémos desenvolver uma sintaxe mais clarificada e organizada. Mas havia um problema: Internet Explorer. O IE, com exepção da sua nova versão (9), não suporta HTML5. Procurámos então algo que fizesse a conversão para HTML4 das tags utilizadas. E encontrámos algo que faz exactamente isso: o HTML5 Starter Pack.
Não suporte de Internet Explorer 6

Quem trabalha como developer sabe o que é sofrer nas mão do Internet Explorer 6… Pois bem, deixámos de suportar o desenvolvimento para este antigo e ultrapassado browser. O tempo gasto para fazer as coisas mal de modo a funcionarem no IE6 não compensa o investimento. É também um posicionamento da Active Media ter um papel activo no que diz respeito à melhoria do uso da internet. E sem dúvida que o fim do IE6 será uma melhoria substancial… Para os mais cépticos em relação a esta tomada de posição, também o Google optou pelas mesmas medidas.
O que aconteceu ao flash?

Não, não deixámos de trabalhar com Flash. Continua a ser a nossa ferramenta de eleição para as mais variadíssimas coisas, desde mecanismos de gestão de business channels a sites. Nos últimos tempos tem-se discutido muito se o HTML5 irá acabar com o Flash. A nossa posição é óbvia: não. Neste artigo apresentamos alguns argumentos, mas muitos mais haverão. A nossa filosofia como empresa é a de utilizar as ferramentas que melhor se adequam ao projecto e, no caso deste site, o Flash não era necessário.
Javascript – jQuery

Como framework de javascript utilizámos o jQuery. As possibilidades que nos dá para trabalharmos e interargirmos com elementos HTML são extensas. Muito extensas… Em conjugação com a framework trabalhámos também com Javacript “puro” em alguns mecanismos do site.
WordPress

Todo o site está assente na plataforma WordPress e a escolha justifica-se de uma forma simples: o WordPress é a solução mais eficaz e polivalente para a gestão de conteúdos web. Esta framework está pensada na expansibilidade da instalação e facilmente é integrada com código de PHP “puro” e outras linguagens de programação.
No gestor de conteúdos do site da Active fizemos uma total adaptação às nossas necessidades. Para isso contámos com a ajuda preciosa do plugin “MagicFields“, um plugin para o WordPress que permite personalizar o tipo de artigos a serem editados um pouco à semelhança da nova funcionalidade do WordPress 3.0, os Custom Post Types, mas com uma facilidade de integração ainda maior e com um leque de possibilidades mais facilmente alargado.
Construimos também um mecanismo de templates que nos permitem no futuro criar novas áreas com um design completamente diferente e facilmente integralas na estrutura do site. Desta forma eliminamos a morosidade que muitas vezes é criar algo de novo e diferente num site.
Um outro ponto a favor desta plataforma é a sua extensa comunidade, representada em Portugal por wp-portugal.com.
Detalhes
O espírito de partilha de soluções e conhecimento é um valor que a Active Media preza. Acreditamos nesta espécie de “open source do conhecimento” capaz de criar mais valor, em vez de ter medo de o dar a conhecer. Por isso utilizaremos esta área do nosso site para partilhar muitas das soluções criadas para construir alguns elementos presentes no site. Fiquem atentos aos próximos artigos.
Curiosidades?
Se quiserem entretanto perguntar algo em relação à concepção e construção do site teremos todo o gosto em responder
Quem começa?





