Nos primórdios da computação dizia-se muitas vezes que “a imaginação é o limite” mas nunca isso foi tão verdade. E todos os dias nos surpreendemos com novas aplicações, novas ideias, novas abordagens, novas convergências entre meios que criam outros meios. Chamem-lhes new media ou rich media ou… chamem-lhes multimédia.
E para qualquer desenvolvimento, assumimos que em primeiro lugar está o motivo e o objectivo da comunicação, que nos levará à tecnologia mais adequada.
Fazer um site em flash, em php ou html é uma decisão que condicionamos à razão da sua existência, nunca como ponto de partida. Importante é que comunique, que tenha bons níveis de acessibilidade, de usabilidade e um bom desempenho nos motores de pesquisa, que gere visitas e negócios para o nosso cliente.
Mas também não se reduz a isso. As mesmas linguagens permitem-nos desenvolver jogos, aplicações, gerir conteúdos em canais multimédia, fazer formação em e-learning, criar meios com “inteligência” que se adequem ao ecrã onde são vistos…
E é aqui que esta área de negócio se torna tão interessante. Porque o que fazemos hoje não será igual ao de amanhã, até porque amanhã haverá outro ecrã à nossa espera.
Da próxima vez que pensar em comunicação, pergunte-nos como é que o podemos ajudar com as nossas ideias digitais.
