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Active Media - Business Channel, Interactive Design, Social Web, Content Creation

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Os links são essenciais no jornalismo online

A BBC publicou um documento onde estabelece as normas para a inserção de links nas noticias publicadas nos seus sites. E logo a abrir o documento temos uma frase simples mas que diz tudo: os links são essenciais para o jornalismo online.

Mas faz algum sentido um jornal (ou qualquer site com uma missão informativa) fazer links para outros sites? E deixar a pessoa sair e ir ler mais noutros sítios? E perder um leitor?

Offf 2010 – 10 anos

Categoria: Blog > Blog > Eventos

Parabéns Offf, pelos 10 anos!

Este ano em Paris a Offf encontrou o seu melhor espaço e uma relação optima com o número de participantes. Depois das super-enchentes em Lisboa mal dimensionadas para o espaço disponível, este ano respira-se e circula-se. Mas não é só por dentro… a área de jardim circundante permite que os pique-niques se multipliquem em qualquer sombra e se possa andar de bicicleta ou dormir uma sesta.

User Experience Lisbon

Categoria: Blog > Blog > Eventos

Lembram-se da banda que lançou primeiro o terceiro álbum para não passar pelo stress do primeiro? Hoje foi o primeiro dia da primeira edição da Ux-Lx… e se me dissessem que era a 14º eu teria acreditado.

E antes de me lançar a falar do workshop com Eric Reiss deixem-me dar os parabéns à organização e a toda a equipa, especialmente ao Bruno Figueiredo que desde inicio tem mostrado uma capacidade organizativa e uma visão do que queria fazer acima da média. Parabéns Bruno, somos orgulhosamente sponsors.

Active Sessions [0]

Giz

No próximo Domingo, realiza-se na Active Media a 1.ª edição das Active Sessions.

As Active Sessions pretendem ser espaços de partilha de conhecimento sobre os mais variados temas, relacionados com os novos media, com os canais corporativos, com o design, com a web…, enfim com tudo aquilo com que lidamos todos os dias.

Para começar este Domingo temos uma agenda ligeira:

. “HTML5 ?” por Tiago Oliveira;
. “HTML5 vs Flash – Mitos e realidades” por Hugo Fernandes;
. “Medias sociais vs Redes sociais” por Hugo Neves da Silva.

Esta primeira experiência será reservada aos membros da Active Media, mas não está colocado de parte a participação de outras pessoas em próximas edições.

No entanto, durante a próxima semana, contamos partilhar convosco o resultado desta primeira edição das Active Sessions. Stay tuned!

Foto da autoria de bluman.

The new hidden persuaders

Categoria: Blog

WUK07Hidden

Este artigo da Wired UK veio a propósito e já não era de hoje que este tema andava por aqui a cirandar.

O artigo aborda uma série de tecnologias, umas mais emergentes que outras, que podem influenciar o nosso comportamento de compra e não só, e é uma leitura que recomendo vivamente.

Dito isto e trabalhando nós em digital signage, é cada vez mais óbvio que estamos a participar numa área claramente multi-disciplinar que não pode ser vista como um elemento isolado que se instala dentro de um espaço comercial ou de serviço público sem que seja pensado em sintonia e convergência com todas as outras áreas.

E estas áreas vão desde a arquitectura e design do espaço, à comunicação e imagem da marca, à experiência de utilização que queremos proporcionar aos clientes/utentes desse espaço, à inovação tecnológica que traz novas soluções de comunicação e interacção, da utilidade que essa inovação tem realmente para o cliente, aos estudos de comportamento do cliente perante a proposta, … e etc etc.

Um bom exemplo disto é a Future Store Initiative, onde várias empresas tecnológicas colaboram na construção da loja do futuro atendendo à forma como a experiência do utilizador pode originar mais vendas. Podem ver a apresentação deles na ScreenExpo 2009.

Se me pedirem para nomear a área de conhecimento que deve orientar esta abordagem, não vejo outra que não a experiência do utilizador, ou no jargão anglo-saxónico, a user experience.

Pensem bem naquilo que vos agrada ou desagrada numa loja, num espaço público, e reparem nos pequenos detalhes que “estragam” tudo apenas porque não são pensados ou tidos como importantes. Pensem num restaurante e no tempo que demoram os cafés e a conta a chegar à mesa e no que isso vos faz sentir.

Estamos no domínio do user experience e é por aí que devemos orientar a abordagem no desenvolvimento dos projectos de digital signage.

“Don’t panic…it’s only marketing!”

O título foi retirado de um artigo no blog da JohnRyan sobre a utilização de digital signage em bancos, experiência que conhecemos bem.

E de facto ela adequa-se a qualquer realidade comercial ou de atendimento ao público.

Quando falamos de digital signage (ou de qualquer um dos outros nomes que lhes queiram dar) estamos a falar de uma ferramenta de marketing e comunicação, de branding, de experiência de utilização, de serviço ao cliente. Acima de tudo.

Não estamos a falar de tecnologia ou de telecomunicações, que sendo importantes e criticas para o projecto, pretendem-se invisiveis, estáveis e consistentes. Elas são o actor secundário que valida e destaca o papel do actor principal.

E é nesta perspectiva que os projectos devem ser olhados. Um ecrã numa loja deve ser uma peça de comunicação integrada com toda a estratégia de comunicação da marca. Não é um corpo estranho que vive dos “restos” ou cujos conteúdos são pura e simplesmente extraídos dos outros formatos.

O trabalho de criação de uma rede de digital signage é um trabalho multidisciplinar, que começa em primeiro lugar pelo conhecimento do espaço, pela definição/percepção dos locais de impacto da mensagem e que mensagem se adequa melhor a cada zona, pelo conhecimento ou alteração da movimentação dos clientes no espaço, pelo envolvimento do marketing central e do gerente local. E em muitos casos deve começar ainda na altura de concepção do espaço, envolvendo-se na arquitectura e design da loja.

Mas no essencial, tudo isto é marketing, porque é ao marketing que cabe definir a experiência final do cliente no espaço da loja em função dos objectivos do negócio.

É por isso que lhe chamamos Business Channel, porque o digital signage deve ser criado em função e para servir o negócio.

E quando aqui digo negócio ou loja, o mesmo adequa-se a espaços de atendimento, público ou privado.

Seja onde for… “Don’t panic…it’s only marketing!”

WikiHow

Categoria: Blog

Apesar de não estar já tanto na moda como esteve, o conceito “wiki” é não só muito interessante como tem diversas aplicações, quer sejam públicas quer sejam privadas, como é o caso da nossa Active-wiki, onde partilhamos informação entre todos os membros da equipa.

A wikiHow pretende ser um repositório de manuais de “como fazer” de temas tão diversos como produzir uma especie de cola caseira (cola refrigerante, diga-se), como evitar o ataque de cascaveis ou como fazer chiles rellenos.

A versão portuguesa ainda tem poucos artigos mas nada nos impede de participar com os nossos próprios manuais ou de partilhar os pequenos truques caseiros.

E foi neste ponto que achei a ideia interessante. Porque não partilhar o nosso conhecimento “caseiro”? Apesar da grande onda de euforia em volta dos blogs e da todas as outras web sociais, a nossa prática de partilha é ainda muito reduzida. Por exemplo, poucas são as bandas portuguesas presentes no hi5 a disponibilizarem as faixas para download. Continuamos à espera, sempre à coca, a ver onde isto vai dar. Aproveitamos a partilha de terceiros mas poucas vezes retribuimos.

Porque não começar por aqui? Deixo o desafio.

Até breve

(via Boorlix)

Dia da Internet

Categoria: Blog

Quase que nos passava ao lado… mas não passou. Hoje celebra-se o Dia da Internet:

“(…) uma iniciativa que pretende promover a reflexão sobre as potencialidades das novas tecnologias na vida dos cidadãos.

Esta iniciativa, à qual Portugal aderiu, conta com a participação de 22 países, na sua maioria de língua oficial castelhana, contribuindo com a organização de eventos que promovem a utilização da Internet e a exploração das suas capacidades.

O Dia da Internet, criado com o aval das Nações Unidas, foi idealizado pela Associação dos Utilizadores de Internet espanhola e é assinalado com a promoção de vários eventos relacionados com a Internet.”

in Publico

Não tenho dado conta deste dia nem das suas iniciativas. Possivelmente é demasiado recente ou demasiado estranho que seja necessário instituir um dia para reflectir sobre algo que constantemente se re-desenha, se reinventa e se renova, abrindo novos caminhos e levantando novas questões, pondo em causa o que se pretendia como adquirido. Basta pensar nas questões da distribuição, do livre acesso ao conteúdo e ao conhecimento.

De qualquer forma… é Dia da Internet. Celebramos com mais navegação? :-)

7 razões para ter um blogue num alojamento e domínio próprio

Categoria: Blog

Nos últimos tempos, é cada vez mais frequente assistirmos ao aparecimento de blogues como principais meios de comunicação online de organizações como foi o caso do blogue “Lisboa em boas mãos“, que era a única ferramenta de comunicação online da candidatura de Maria José Nogueira Pinto à Câmara Municipal de Lisboa nas eleições autárquicas de 2005, ou como complemento à tradicional presença online das organizações, procurando promover a interactividade entre estas e os seus clientes/utilizadores, como é o caso do blogue “destakdiario” do jornal diário Destak.

Em qualquer um destes exemplos, como em muitos outros, “fhmfevereiro” ou “jovenspelosim“, optou-se por criar os blogues numa plataforma de blogues, como o Blogger ou o Weblog.com.pt, etc, em detrimento de se criar o mesmo num alojamento e domínio próprio.

Num exercício rápido, enuncio de seguida 7 razões pelas quais considero que as organizações devem optar por criarem os seus blogues num alojamento e domínio próprio:

1. Registar um domínio específico para a organização

Caso a organização ainda não possua uma presença na web, a criação do blogue num alojamento próprio, irá permitir registar um domínio, na maioria das vezes o nome por que é conhecida. Por exemplo uma suposta organização denominada “Movimento Social”, poderia registar o domínio “movimentosocial.org”, passando a estar disponível no endereço “www.movimentosocial.org”. Este registo tem claramente 2 vantagens para organização:

  • A notoriedade do nome da organização é reforçado, uma vez que em todas as peças de comunicação, deverá ser incluído o endereço online da organização;
  • Do mesmo modo, sendo o domínio igual ao nome da organização, é muito mais fácil memorizar o endereço de Internet. Como certamente concordarão é relativamente mais fácil memorizar “www.movimentosocial.org“, em vez de “mov-social.blogspot.com”, ou mesmo “movimentosocial.blogspot.com”.

2. Criar endereços de email associados ao domínio registado

Poderia ser considerada uma vantagem do ponto anterior, no entanto, julgo que pela sua importância merece ser destacada como uma razão independente.

Uma organização ao registar um domínio próprio para a sua presença online, passa a poder utilizar na sua comunicação com os seus clientes, fornecedores, e restantes stakeholders, endereços de email com o domínio da organização. Desta forma, deixa de utilizar endereços de email como “movimentosocial@clix.pt” ou “movimentosocial@hotmail.com” para passar a poder criar e utilizar endereços mais profissionais e credíveis como “info@movimentosocial.org” ou “nomedapessoa@movimentosocial.org”.

3. Aumentar a notoriedade do domínio principal da organização

Caso a organização já possua um domínio próprio, como por exemplo “movimentosocial.org“, o blogue poderá ser criado num subdomínio “blog.movimentosocial.org“, o que irá contribuir para aumentar a notoriedade do domínio principal e melhorar os resultados da organização em pesquisas nos motores de busca, como o Google.

4. Aumentar a credibilidade do blogue

Uma das questões mais polémicas associadas aos blogues é a sua credibilidade. Naturalmente que um blogue de autor anónimo, não pode ter a mesma credibilidade que um, cujo o autor utiliza o seu nome verdadeiro, disponibilizando inclusive uma pequena biografia. Do mesmo modo, na minha opinião, um blogue de uma organização tem muito mais credibilidade se estiver alojado no seu próprio domínio.

5. Custo acessível

Apesar da maioria das plataformas de blogues serem totalmente gratuitas, ou pelo menos terem algum plano gratuito, actualmente já é possível registar um domínio e subscrever um plano de alojamento a preços bastante simpáticos, acessíveis à maioiria das bolsas.

6. Capacidade de armazenamento

Apesar de no início, os blogues serem maioritariamente constituídos por texto, actualmente a utilização de imagens e outros elementos multimédia é cada vez mais comum, para não dizer obrigatória.

Algumas plataformas de blogues, atentas a esta evolução, aumentaram fortemente a capacidade de armazenamento em disco. Para plataformas com menor oferta, existem sempre outras soluções, como por exemplo, publicar as fotografias no Flickr ou os vídeos no Youtube.

Porém, no meu entender, nenhuma destas soluções se equipara à capacidade de armazenamento em disco que é possível ter, num qualquer plano de alojamento relativamente acessível. Por uma quantia razoável é possível, neste momento, subscrever um plano de alojamento com alguns GBs de capacidade de armazenamento em disco, onde será possível guardar qualquer tipo de ficheiro que se pretenda posteriormente publicar no blogue, desde uma simples imagem, um ficheiro PDF, ou mesmo, um ficheiro de áudio, para um podcast.

7. Diversas soluções de publicações de blogues Open Source

Actualmente existem várias aplicações de publicações para blogues Open Source, totalmente gratuitas, como por exemplo o WordPress, que podem ser instalados em qualquer servidor sem ser necessário ter muitos conhecimentos técnicos.

Em conclusão…

Estas são apenas algumas razões, pelas quais acredito que as organizações (tal como os blogueiros que pretendam levar mais a sério a sua presença na blogosfera) devem criar os seus blogues num domínio e alojamento próprio, através da utilização, por exemplo, do WordPress, em vez de recorrerem a uma plataforma, como o Blogger ou o Weblog.com.pt, entre outras. Outras razões serão bem-vindas, de forma a completar este artigo, quer através da utilização da caixa de comentários, quer através do envio de emails, para o endereço hugo.silva@activemedia.pt.

Se, por outro lado, pertencer a uma organização ou for um potencial blogueiro, que pretende dar os primeiros passos na blogosfera, através da criação do seu blogue, num domínio e alojamento próprio, mas não sabe bem por onde começar, não hesite em contactar-nos, para o email active@activemedia.pt. Teremos todo o prazer em colocar toda a nossa experiência ao seu dispor, para o ajudarmos.

Hugo Neves da Silva é autor do blog // lisbonlab e dos estudos “Blogues: experiência portuguesa” e “O papel dos blogues na comunicação organizacional” e consultor externo da Active Media na área de Web Social.

Lamentamos, mas há muito que deixámos de fazer sites a pensar no Internet Explorer 6.
Porquê? Algumas das mil razões são dadas pela Google aqui.

Em alternativa sugerimos que faça o upgrade do seu browser para uma versão mais recente do Internet Explorer, ou se já estiver farto e quiser mudar, aconselhamos o Firefox, o Chrome ou o Safari, todos eles grátis.

Obrigado, Active Media

Av. João Crisóstomo, 69 - R/C Esq., 1050-126 Lisboa
Tel.: (+351) 21 313 86 25 / Fax: (+351) 21 313 86 21 / Email: active@activemedia.pt