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Como promover a sua marca/empresa no Facebook?

Facebook

Julgo que é incontestável que o Facebook tem um peso cada vez maior na Internet. Por exemplo, com base nos últimos números do Facebakers, estima-se que existam em Portugal cerca de 2 milhões e 600 mil utilizadores do Facebook, o que corresponde a mais de 50% dos utilizadores com Internet em Portugal.

Atendendo a estes números e às enormes potencialidades do Facebook, é perfeitamente natural que cada vez mais empresas queiram estar presentes nesta gigantesca plataforma social, promovendo a sua marca, os seus produtos / serviços.

Mas ao contrário do que muitos poderão pensar, não basta estar presente, é necessário saber como estar, para se poder explorar as potencialidades do Facebook.

A crise da Nestlé na Web Social, em números

Categoria: Blog > Blog > Social Web

Numa rápida análise a alguns números relativos às conversas, dos últimos 10 dias, sobre a Nestlé, na Web Social, é claramente visível o impacto que a campanha lançada pela Greenpeace teve na imagem desta multinacional.


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Monitorização da Web Social

Categoria: Blog > Blog > Social Web

Social Media is made by people

Na Active Media acreditamos que a melhor forma de uma empresa entrar na Web social é acompanhar os media sociais, é ouvir tudo o que é dito sobre a sua organização, sobre as suas marcas, sobre os seus produtos ou serviços.

Depois do Café

Depois do Café na Active ficámos de rastos. :)

Mas também ficámos bem impressionados com a qualidade e abordagem de muitas das pessoas que nos visitaram e se vieram dar a conhecer. Foi uma boa experiência e iremos repeti-la de certeza.

Agora passamos à segunda fase, na forma mais tradicional.

Mas depois desta aventura volto a pensar que mais tarde ou mais cedo me vou começar a esquecer das pessoas e das propostas, e por mais organizado que possa ser, arrumar umas dezenas de cv’s é obra e pensar em os voltar a folhear ainda pior (mesmo que seja em digital).

A solução passa de facto pelas redes sociais e é aqui que os candidatos devem investir algum do seu tempo de “procura” de trabalho: a construirem uma presença e uma “marca” pessoal que o empregador recorde, no momento em que necessita de procurar a pessoa certa, para uma determinada função.

Seja no Linkedin, no Twitter, num blog, numa rede de protfolios online como a Behance ou no YouTube, é essencial construirem um portfolio online, mantê-lo actualizado e procurar seguir as pessoas ou as empresas onde pretendem ser entrevistados ou onde já foram.

A ideia é manterem-se próximos sem que isso signifique encherem a caixa de correio da empresa com mais informação, a não ser que seja de facto muito relevante. Um mail mal lido é rapidamente arquivado ou apagado, um post num qualquer perfil fica lá para ser lido em qualquer altura, por mim ou por outros, e isso aumenta as possibilidades.

Portanto, mãos à obra. Fico à vossa espera.

i – Arriscar compensa

Categoria: Blog

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Depois de ter recebido 31(!) prémios para melhor design de um jornal, o jornal i é agora galardoado como Best European Newspaper of the Year. E o que podemos concluir com isto? Que arriscar afinal compensa.

Como o i nasceu

O i nasceu numa altura de recessão económica e aproveitou isso a seu favor para ir mais além em tudo – design, conteúdos e a forma como trata o leitor. Quando (quase) todas as empresas tiveram medo de arriscar, o i fê-lo. Quando (quase) todas as empresas tiveram medo de inovar porque “a altura não era boa devido à crise”, o i fê-lo. Chegou então a altura de colher os frutos dessa vontade e coragem. E que bem que lhes deve estar a saber :)

Guiarmo-nos por cima, não por baixo

Tal como num bom investimento, é em tempos difíceis que as oportunidades surgem. E para as empresas esta pode ser uma época dourada, tal como o está a ser para o i.

Mas está também na mão das agências abrir mais portas aos seus clientes. Mostrar-lhes que há vida para além de uma conta no Facebook ou no Twitter. Como profissionais, essa é também uma responsabilidade nossa.

Numa altura em que o medo de arriscar ainda impera, porque não aproveitar a oportunidade para se destacar?

O paradigma do Twitter Wall na Upload 2.0 Lisboa

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Este fim-de-semana aconteceu a primeira edição da Upload 2.0. E que esta referência à primeira edição sirva desde já de parabéns à organização, ao espírito e à vontade de termos por cá eventos com esta abordagem.

Um ponto de coragem/loucura foi terem posto um ecrã no palco, com a projecção dos tweets que se faziam com a tag do evento. E se digo coragem/loucura foi porque ali nasceu um monstro muito interessante e que vou usar como paradigma das redes sociais e daquilo que deve ser o trabalho sobre elas:

Ouvir é importante. Ouviu?

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You wouldn’t walk up to a group of strangers in a bar and start shouting opinions, but you would listen to their conversation and look for ways in which you could positively contribute.” – Buzz Numbers blog

Esta é claramente uma das melhores metáforas que alguma vez terei lido sobre a importância das marcas e das empresas acompanharem/ouvirem o que se passa nos social media.

Os mercados são cada vez mais conversas, conversas entre pessoas normais como eu e tu, em diversos suportes, Twitter, Facebook, blogs, etc, pelo que as empresas não podem continuar a produzir produtos/oferecer serviços sem ouvirem e prestarem atenção ao que é dito nestas conversas. As empresas têm de aproveitar todos estes contributos, sobretudo porque todas estas pessoas estão disponíveis para contribuir, de forma gratuita, para a melhoria dos produtos e serviços que utilizam.

Não basta ter um perfil ou uma página no Facebook, as empresas têm de acompanhar as conversas que vão existindo sobre os seus produtos e serviços, nas redes sociais, participando nas mesmas sempre que se justificar, dando uma voz humana às suas marcas.

Depois da Total Media’09

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Realizada pela 2ª vez em Madrid, a Total Media é, como todas as outras feiras do sector, mais interessante pelas conversas, networking e apresentações do que propriamente pela mostra de tecnologia, mais vulgarmente designada por fancaria electrónica que mais nos baralha que ajuda. Mas também pode dar ideias.

Os vídeos das apresentações, como sempre, estão prometidos para breve… mas como sempre… estão prometidos. Mas, mesmo um pouco mais tarde que o prometido, deixo as minhas impressões.

The new hidden persuaders

Categoria: Blog

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Este artigo da Wired UK veio a propósito e já não era de hoje que este tema andava por aqui a cirandar.

O artigo aborda uma série de tecnologias, umas mais emergentes que outras, que podem influenciar o nosso comportamento de compra e não só, e é uma leitura que recomendo vivamente.

Dito isto e trabalhando nós em digital signage, é cada vez mais óbvio que estamos a participar numa área claramente multi-disciplinar que não pode ser vista como um elemento isolado que se instala dentro de um espaço comercial ou de serviço público sem que seja pensado em sintonia e convergência com todas as outras áreas.

E estas áreas vão desde a arquitectura e design do espaço, à comunicação e imagem da marca, à experiência de utilização que queremos proporcionar aos clientes/utentes desse espaço, à inovação tecnológica que traz novas soluções de comunicação e interacção, da utilidade que essa inovação tem realmente para o cliente, aos estudos de comportamento do cliente perante a proposta, … e etc etc.

Um bom exemplo disto é a Future Store Initiative, onde várias empresas tecnológicas colaboram na construção da loja do futuro atendendo à forma como a experiência do utilizador pode originar mais vendas. Podem ver a apresentação deles na ScreenExpo 2009.

Se me pedirem para nomear a área de conhecimento que deve orientar esta abordagem, não vejo outra que não a experiência do utilizador, ou no jargão anglo-saxónico, a user experience.

Pensem bem naquilo que vos agrada ou desagrada numa loja, num espaço público, e reparem nos pequenos detalhes que “estragam” tudo apenas porque não são pensados ou tidos como importantes. Pensem num restaurante e no tempo que demoram os cafés e a conta a chegar à mesa e no que isso vos faz sentir.

Estamos no domínio do user experience e é por aí que devemos orientar a abordagem no desenvolvimento dos projectos de digital signage.

Como compensar as emissões de carbono

Categoria: Blog

De vez em quando gosto de falar aqui de “verde” (sem conotações futebolísticas, que tantos desgostos tem dado a alguns membros do nosso Staff).
Desta vez apresento-vos uma iniciativa de uma empresa Alemã – a eformic, que lançou um sistema de códigos de barras, o CO2code system, que permite que os consumidores decidam como compensar as emissões de CO2 geradas por um determinado produto.
Este sistema permite também às empresas mostrarem a sua política ambiental de uma forma transparente.
Para que quiser saber mais, está disponível um vídeo que é um pouco longo, mas esclaredor.

Lamentamos, mas há muito que deixámos de fazer sites a pensar no Internet Explorer 6.
Porquê? Algumas das mil razões são dadas pela Google aqui.

Em alternativa sugerimos que faça o upgrade do seu browser para uma versão mais recente do Internet Explorer, ou se já estiver farto e quiser mudar, aconselhamos o Firefox, o Chrome ou o Safari, todos eles grátis.

Obrigado, Active Media

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