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	<title>Active Media &#187; opinião</title>
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		<title>Media Sociais vs Redes Sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 11:55:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Neves da Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na primeira edição das Active Sessions, propus-me fazer uma pequena apresentação sobre a relação entre Media Sociais e Redes Sociais, ou se preferirem em inglês, entre Social Media e Social Networks. O objectivo da minha apresentação era propor uma reflexão sobre a forma como todos nós nos referimos aos novos serviços que vão surgindo diariamente [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na primeira edição das Active Sessions, propus-me fazer uma pequena apresentação sobre a relação entre Media Sociais e Redes Sociais, ou se preferirem em inglês, entre Social Media e Social Networks.</p>
<div id="__ss_3507473" style="width: 425px;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=activesessions1-100322053232-phpapp01&amp;stripped_title=active-sessions-0-social-media-vs-social-networks" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=activesessions1-100322053232-phpapp01&amp;stripped_title=active-sessions-0-social-media-vs-social-networks" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p>O objectivo da minha apresentação era propor uma reflexão sobre a forma como todos nós nos referimos aos novos serviços que vão surgindo diariamente nesta nova web, vulgarmente chamada de web social.</p>
<p>É habitual, ouvir os clientes referirem-se a estes serviços como redes sociais, mas será que a maioria destes novos serviços são efectivamente redes sociais?</p>
<p>Na minha opinião, na tipificação destes serviços, existe claramente um tipo que se pode designar por &#8220;redes sociais&#8221;, no qual podemos incluir o Facebook, o Orkut, o MySpace ou mesmo o The Star Tracker.</p>
<p>Mas se pensarmos no YouTube, no Delicious, ou mesmo no Twitter, será que nos podemos referir a estes serviços como redes sociais?</p>
<p>A base da minha proposta de reflexão assenta na ideia que provavelmente deveremos chamar a todos estes novos serviços, &#8220;media sociais&#8221;, ou talvez mesmo &#8220;ferramentas sociais&#8221;, entre os quais existe um tipo chamado &#8220;redes sociais&#8221;, com características próprias e diferenciadoras.</p>
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		<title>Os 5 A&#8217;s do conteúdo digital</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 17:41:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>active</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É muito interessante esta abordagem e definição simples do que deve orientar a criação de conteúdos para redes digitais que nos chega através do blog da JohnRyan. Appropriate, Attractive, Affordable, Adaptable, Assembled É incrível como meia dúzia de cinco palavras definem tudo aquilo a que há que dar atenção quando se pensam em conteúdos e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>É muito interessante esta abordagem e definição simples do que deve orientar a criação de conteúdos para redes digitais que nos chega através do blog da <a href="http://www.johnryanblog.com/2009/09/the-five-as-of-digital-content/" target="_blank">JohnRyan</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Appropriate, Attractive, Affordable, Adaptable, Assembled</strong></p>
<p>É incrível como meia dúzia de cinco palavras definem tudo aquilo a que há que dar atenção quando se pensam em conteúdos e na sua criação.</p>
<p>Quantas vezes nos pedem tipos de conteúdos que pura e simplesmente não se adequam, mas apenas porque alguém viu noutro sitio que não tem nada a ver e acha que sim.</p>
<p>Quantas vezes nos pedem conteúdos <em>à la televisão</em> sem pensarem nos custos de produção associados e na máquina que está por detrás duma estação.</p>
<p>A questão da adaptabilidade diria que é dupla: outros conteúdos devem ter entrada facilitada no canal e o contrário também. Se estamos a criar noticias para o canal, as mesmas podem ser veiculadas no site, por exemplo. A solução tecnológica para tal ser feito é básica.</p>
<p>Convido-vos a ler o <a href="http://www.johnryanblog.com/2009/09/the-five-as-of-digital-content/" target="_blank">artigo completo</a> e se quiserem partilhem por aqui a vossa opinião.</p>
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		<title>Social Networking</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 09:40:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vale a pena ver e ouvir a resposta de Seth Godin à questão das redes sociais e ao seu impacto efectivo nos negócios. Afinal é bom ou mau estar nas redes sociais? Partilho do seu ponto de vista sobre a questão da dimensão, que para muitas pessoas parece ser o aspecto mais importante, e da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.openforum.com/marketing/video_socialgood.html" target="_blank"><img onError="javascript: wp_broken_images = window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  style="max-width: 800px;" src="http://www.activemedia.pt/activeapp/wp-content/uploads/2008/10/seth-godin2.jpg" alt="" width="376" height="210" /></a></p>
<p>Vale a pena ver e ouvir a resposta de Seth Godin à questão das redes sociais e ao seu impacto efectivo nos negócios.</p>
<p>Afinal é bom ou mau estar nas redes sociais?</p>
<p>Partilho do seu ponto de vista sobre a questão da dimensão, que para muitas pessoas parece ser o aspecto mais importante, e da questão da adequação à &#8220;realidade&#8221;.</p>
<p>E afinal&#8230; as redes sociais são boas ou más para o negócio?</p>
<p>Via <a href="http://twitter.com/andrerib" target="_blank">André Ribeirinho</a></p>
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		<title>Começou a revolução na tv&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jun 2007 17:21:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ainda está numa fase embrionária, mas na minha opinião a parceira anunciada por Steve Jobs entre a Apple e o Youtube é o primeiro grande passo para uma revolução no modo como as pessoas vêm tv em casa. Olhando para um exemplo familiar, impressionou-me ver há uns tempos como uma das minhas irmãs, leiga por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img onError="javascript: wp_broken_images = window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  src="http://www.activemedia.pt/activeapp/wp-content/uploads/2007/06/apple_youtube.jpg" alt="Youtube, meet AppleTV" /></p>
<p>Ainda está numa fase embrionária, mas na minha opinião a <a href="http://gigaom.com/2007/05/30/live-blogging-steve-jobs-at-the-d-conference/">parceira anunciada por Steve Jobs entre a Apple e o Youtube</a> é o primeiro grande passo para uma revolução no modo como as pessoas vêm tv em casa.</p>
<p>Olhando para um exemplo familiar, impressionou-me ver há uns tempos como uma das minhas irmãs, leiga por completo em relação à internet e novas tecnologias, se entretia maravilhada com os vídeos do <a href="http://www.youtube.com">Youtube</a> que o seu filho de 11 anos lhe mostrava. Passados uns dias já ela sozinha queria ir ao site&#8230; Isto explica também o porquê do sucesso que o <a href="http://www.youtube.com/">Youtube</a> teve.</p>
<p>Continuando com o exemplo da minha irmã, ela nunca compraria uma AppleTV por iniciativa própria, mas de certeza que será muito mais rapidamente convencida pelo filho se ele lhe mostrar como poderá ver os vídeos do <a href="http://www.youtube.com/">Youtube</a> na sua televisão&#8230;</p>
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		<title>7 razões para ter um blogue num alojamento e domínio próprio</title>
		<link>http://www.activemedia.pt/blog/7-razoes-para-ter-um-blogue-num-alojamento-e-dominio-proprio/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2007 16:26:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nos últimos tempos, é cada vez mais frequente assistirmos ao aparecimento de blogues como principais meios de comunicação online de organizações como foi o caso do blogue &#8220;Lisboa em boas mãos&#8220;, que era a única ferramenta de comunicação online da candidatura de Maria José Nogueira Pinto à Câmara Municipal de Lisboa nas eleições autárquicas de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos tempos, é cada vez mais frequente assistirmos ao aparecimento de blogues como principais meios de comunicação online de organizações como foi o caso do blogue &#8220;<a href="http://lisboaemboasmaos.weblog.com.pt/" title="Lisboa em boas mãos"><strong>Lisboa em boas mãos</strong></a>&#8220;, que era a única ferramenta de comunicação online da candidatura de Maria José Nogueira Pinto à Câmara Municipal de Lisboa nas eleições autárquicas de 2005, ou como complemento à tradicional presença online das organizações, procurando promover a interactividade entre estas e os seus clientes/utilizadores, como é o caso do blogue &#8220;<a href="http://destakdiario.blogspot.com/" title="Destak online"><strong>destakdiario</strong></a>&#8221; do jornal diário <strong>Destak</strong>.</p>
<p>Em qualquer um destes exemplos, como em muitos outros, &#8220;<a href="http://www.fhmfevereiro.blogspot.com/" title="FHMFevereiro"><strong>fhmfevereiro</strong></a>&#8221; ou &#8220;<a href="http://jovenspelosim.wordpress.com/" title="Jovens pelo Sim"><strong>jovenspelosim</strong></a>&#8220;, optou-se por criar os blogues numa plataforma de blogues, como o <a href="http://www.blogger.com" title="Blogger">Blogger</a> ou o <a href="http://www.weblog.com.pt" title="Weblog.com.pt">Weblog.com.pt</a>, etc,  em detrimento de se criar o mesmo num alojamento e domínio próprio.</p>
<p>Num exercício rápido, enuncio de seguida 7 razões pelas quais considero que as organizações devem optar por criarem os seus blogues num alojamento e domínio próprio:</p>
<h3>1. Registar um domínio específico para a organização</h3>
<p>Caso a organização ainda não possua uma presença na web, a criação do blogue num alojamento próprio, irá permitir registar um domínio, na maioria das vezes o nome por que é conhecida. Por exemplo uma suposta organização denominada “<strong>Movimento Social</strong>”, poderia registar o domínio “<strong>movimentosocial.org</strong>”, passando a estar disponível no endereço “<strong>www.movimentosocial.org</strong>”. Este registo tem claramente 2 vantagens para organização:</p>
<ul>
<li> A notoriedade do nome da organização é reforçado, uma vez que em todas as peças de comunicação, deverá ser incluído o endereço online da organização;</li>
<li>Do mesmo modo, sendo o domínio igual ao nome da organização, é muito mais fácil memorizar o endereço de Internet. Como certamente concordarão é relativamente mais fácil memorizar &#8220;<strong>www.movimentosocial.org</strong>&#8220;, em vez de “<strong>mov-social.blogspot.com</strong>”, ou mesmo “<strong>movimentosocial.blogspot.com</strong>”.</li>
</ul>
<h3>2. Criar endereços de email associados ao domínio registado</h3>
<p>Poderia ser considerada uma vantagem do ponto <strike></strike>anterior, no entanto, julgo que pela sua importância merece ser destacada como uma razão independente.</p>
<p>Uma organização ao registar um domínio próprio para a sua presença online, passa a poder utilizar na sua comunicação com os seus clientes, fornecedores, e restantes stakeholders, endereços de email com o domínio da organização. Desta forma, deixa de utilizar endereços de email como “<strong>movimentosocial@clix.pt</strong>” ou “<strong>movimentosocial@hotmail.com</strong>” para passar a poder criar e utilizar endereços mais profissionais e credíveis como “<strong>info@movimentosocial.org</strong>” ou “<strong>nomedapessoa@movimentosocial.org</strong>”.</p>
<h3>3. Aumentar a notoriedade do domínio principal da organização</h3>
<p>Caso a organização já possua um domínio próprio, como por exemplo &#8220;<strong>movimentosocial.org</strong>&#8220;, o blogue poderá ser criado num subdomínio &#8220;<strong>blog.movimentosocial.org</strong>&#8220;, o que irá contribuir para aumentar a notoriedade do domínio principal e melhorar os resultados da organização em pesquisas nos motores de busca, como o Google.</p>
<h3>4. Aumentar a credibilidade do blogue</h3>
<p>Uma das questões mais polémicas associadas aos blogues é a sua credibilidade. Naturalmente que um blogue de autor anónimo, não pode ter a mesma credibilidade que um, cujo o autor utiliza o seu nome verdadeiro, disponibilizando inclusive uma pequena biografia. Do mesmo modo, na minha opinião, um blogue de uma organização tem muito mais credibilidade se estiver alojado no seu próprio domínio.</p>
<h3>5. Custo acessível</h3>
<p>Apesar da maioria das plataformas de blogues serem totalmente gratuitas, ou pelo menos terem algum plano gratuito, actualmente já é possível registar um domínio e subscrever um plano de alojamento a preços bastante simpáticos,  acessíveis à maioiria das bolsas.</p>
<h3>6. Capacidade de armazenamento</h3>
<p>Apesar de no início, os blogues serem maioritariamente constituídos por texto, actualmente a utilização de imagens e outros elementos multimédia é cada vez mais comum, para não dizer obrigatória.</p>
<p>Algumas plataformas de blogues, atentas a esta evolução, aumentaram fortemente a capacidade de armazenamento em disco. Para plataformas com menor oferta, existem sempre outras soluções, como por exemplo, publicar as fotografias no Flickr ou os vídeos no Youtube.</p>
<p>Porém, no meu entender, nenhuma destas soluções se equipara à capacidade de armazenamento em disco que é possível ter, num qualquer plano de alojamento relativamente acessível. Por uma quantia razoável é possível, neste momento, subscrever um plano de alojamento com alguns GBs de capacidade de armazenamento em disco, onde será possível guardar qualquer tipo de ficheiro que se pretenda posteriormente publicar no blogue, desde uma simples imagem, um ficheiro PDF, ou mesmo, um ficheiro de áudio, para um podcast.</p>
<h3>7. Diversas soluções de publicações de blogues <em>Open Source</em></h3>
<p>Actualmente existem várias aplicações de publicações para blogues Open Source, totalmente gratuitas, como por exemplo o WordPress, que podem ser instalados em qualquer servidor sem ser necessário ter muitos conhecimentos técnicos.</p>
<h3>Em conclusão&#8230;</h3>
<p>Estas são apenas algumas razões, pelas quais acredito que as organizações (tal como os blogueiros que pretendam levar mais a sério a sua presença na blogosfera) devem criar os seus blogues num domínio e alojamento próprio, através da utilização, por exemplo, do <a href="http://wordpress.org" title="WordPress">WordPress</a>, em vez de recorrerem a uma plataforma, como o <a href="http://www.blogger.com" title="Blogger">Blogger</a> ou o <a href="http://www.weblog.com.pt" title="Weblog.com.pt">Weblog.com.pt</a>, entre outras. Outras razões serão bem-vindas, de forma a completar este artigo, quer através da utilização da caixa de comentários, quer através do envio de emails, para o endereço <strong>hugo.silva@activemedia.pt.</strong></p>
<p>Se, por outro lado, pertencer a uma organização ou for um potencial blogueiro, que pretende dar os primeiros passos na blogosfera, através da criação do seu blogue, num domínio e alojamento próprio, mas não sabe bem por onde começar, não hesite em contactar-nos, para o email <strong>active@activemedia.pt</strong>. Teremos todo o prazer em colocar toda a nossa experiência ao seu dispor, para o ajudarmos.</p>
<p><em><a href="http://blog.lisbonlab.com/sobre/sobre-mim/" title="Hugo Neves da Silva">Hugo Neves da Silva</a> é autor do blog <a href="http://blog.lisbonlab.com/" title="//lisbonlab">// lisbonlab</a> e dos estudos &#8220;<a href="http://blog.lisbonlab.com/estudos/blogues-experiencia-portuguesa/" title="Blogues: experiência portuguesa">Blogues: experiência portuguesa</a>&#8221; e &#8220;<a href="http://blog.lisbonlab.com/estudos/o-papel-dos-blogues-na-comunicacao-organizacional/" title="O papel dos blogues na comunicação organizacional">O papel dos blogues na comunicação organizacional</a>” e consultor externo da <strong>Active Media</strong> na área de <strong>Web Social</strong>.</em></p>
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		<title>Ministério da Administração Interna já tem blogue</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2007 14:00:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Foi com enorme satisfação que vi a notícia de que o Ministério da Administração Interna entrou no mundo da blogosfera ao lançar o seu próprio blogue intitulado “A Nossa Opinião”. «Estamos numa era em que o Estado não pode desperdiçar os meios que a Internet oferece», disse o Secretário de Estado José Magalhães. Para corroborar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.endlessworkinprogress.com/?attachment_id=120" target="_blank" rel="attachment wp-att-120" title="Blogue do MAI"><img onError="javascript: wp_broken_images = window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  src="http://www.activemedia.pt/activeapp/wp-content/uploads/2007/03/mai.jpg" alt="M.A.I. Blogue" /></a></p>
<p>Foi com enorme satisfação que vi a <a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=18&amp;id_news=267073" title="Diário Digital" target="_blank">notícia</a> de que o <a href="http://www.mai.gov.pt/" title="Ministério da Administração Interna" target="_blank">Ministério da Administração Interna</a> entrou no mundo da blogosfera ao lançar <a href="http://opiniao.mai-gov.info" title="Blogue do MAI" target="_blank">o seu próprio blogue intitulado “A Nossa Opinião”</a>.</p>
<p>«Estamos numa era em que o Estado não pode desperdiçar os meios que a Internet oferece», disse o Secretário de Estado José Magalhães.</p>
<p>Para corroborar esta declaração, o MAI está a usar as potêncialidades que o <a href="http://www.youtube.com" title="Youtube" target="_blank">Youtube</a> oferece aos vários organismos, referenciadas já pelo Jorge em <a href="http://blog.activemedia.pt/2007/02/28/a-outra-face-do-youtube/" title="Blogue post" target="_blank">&#8220;A outra face do Youtube&#8221;</a>. Para isso criou a <a href="http://www.youtube.com/profile?user=maitv" title="MAI no Youtube" target="_blank">sua própria conta</a>, podendo deste modo chegar aos leitores do blogue também através de vídeo.</p>
<p>Vamos ver se os outros Ministérios seguem o exemplo.</p>
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		<title>A outra face do Youtube</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 20:25:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De muito se tem falado no YouTube e nas suas aplicações, funcionalidades, etc. De fora de todas as análises tem ficado a sua utilização enquanto canal corporativo ou enquanto &#8220;arma&#8221; de relações publicas e de influência da opinião pública. São já muitas as empresas ou organismos que criaram os seus canais e aí colocam conteúdos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>De muito se tem falado no YouTube e nas suas aplicações, funcionalidades, etc. De fora de todas as análises tem ficado a sua utilização enquanto canal corporativo ou enquanto &#8220;arma&#8221; de relações publicas e de influência da opinião pública.</p>
<p>São já muitas as empresas ou organismos que criaram os seus canais e aí colocam conteúdos de livre acesso, desde a televisão do <a href="http://www.youtube.com/profile?user=chelseafc">Chelsea</a> à <a href="http://www.youtube.com/profile?user=StarbucksCoffeeCo">Starbucks</a>, que aproveita para veicular vídeos de resposta à <a href="http://www.youtube.com/profile?user=oxfamamerica">Oxfam</a>, os inevitáveis <a href="http://www.youtube.com/profile?user=GreenpeaceVideo">GreenPeace</a> e <a href="http://www.youtube.com/profile?user=playboy">Playboy</a>. Isto para falar apenas dos mais evidentes.</p>
<p>Uma pesquisa mais apurada leva-nos a descobrir editoras de música, ONG&#8217;s, Lobbies, etc, etc, etc, que de uma forma ou doutra procuram o seu espaço.</p>
<p>A ferramenta está disponível e é livre. Para ter sucesso, há que definir uma boa estratégia de utilização, ter capacidade de reacção e saber produzir os conteúdos mais apetecíveis ao boca-a-boca e ao passa palavra via email ou blog. Porque não?</p>
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