Se já alguma vez se perguntaram para onde vai a criatividade rejeitada… eis uma resposta possivel. Não é propriamente um céu nem um inferno, talvez um purgatório de esperança, de que alguém a veja e a queira recuperar, ou que pelo menos se reveja na abordagem e possa contratar o criativo ou a empresa que o desenvolveu.
Na edição de Outubro (a de Novembro está na forja), além dos rejeitados, são também apresentados alguns recuperados e o novo rumo que tomaram.
Agora pergunto eu… não é isto uma chapada de luva branca no potencial cliente? Ou é mesmo um murro a sério? Se nalguns casos que aparecem nesta edição compreendo que a abordagem não era grande coisa, já noutros estamos claramente a enfrentar a marca ou a empresa que os rejeitou e a pôr em causa as suas decisões.
Até onde vão os direitos do criativo na apresentação destas obras rejeitadas? Que cuidados deve ter? E por outro lado, não era uma forma de transparência para a marca?
Já agora, a Flogged tem edição gratuita em pdf.


