Quantos marcas ou anúncios reconhece neste video-clip?
Via AdLab
Quantos marcas ou anúncios reconhece neste video-clip?
Via AdLab
A televisão online peace channel, já está no ar há alguns dias em fase beta.
Com o carismático Bob Geldof à frente do projecto esta nova televisão na web é da responsabilidade da Point of Peace uma organização de defesa dos direitos humanos, com sede na Noruega.
Videos, fotografias, foruns de debate e até notícias relacionadas com a paz e os conflitos podem ser partilhadas nesta plataforma, por todos os que tenham algo a dizer sobre o tema ou denúnciar actos de violência.
Depois de um primeiro passeio por esta arena, acho que este projecto tem pernas para andar… antes não tivesse.
A ideia não é dar-vos música ou animar as manhãs da silly season que se avizinha. Não. A ideia é chamar a atenção para a utilização da tecnologia de visualização de dados na produção de video.
Nos últimos anos temos visto uma serie de coisas desenvolvidas para web, umas mais lúdicas outras mais sérias a tentar perceber questões de movimentação, associação, tendências, etc.
Recomenda-se a visita à Bestiàrio.
Voltando ao nosso assunto, os Radiohead estão apostados em fazerem das bandas muito mais que um grupo de músicos na mesma onda. Atiraram pedras ao charco quando ofereceram o último album na net e agora apostam em criar um video baseado em visualização de dados e ao mesmo tempo partilhar o código para que os fans possam alterar e partilhar a sua visão.
Para saber mais, nada melhor que ir até aqui e já agora… porque não tentar alterar o video? Eu estou tentado.

Como é óbvio, este post não pretende ser uma mensagem política. Apenas pretende mostrar o que de belo se faz por este mundo fora.
Sim, estou a falar do trabalho magnífico (ou espectacular, ou bru-tal, ou como quiserem) que a Syrup fez.
Para quem já conhece o videoclip que alguns artistas fizeram em apoio a Barak Obama (ver aqui), deliciem-se com isto: www.hopeactchange.com.
Pelo menos que eu conheça…
Esta vantagem deve-se a mais uma vez os Arcade Fire terem conseguido tirar partido da interactividade que a internet proporciona e, em vez de despejar um videoclip para o seu site, fazer do site um videoclip.
O primeiro golo foi este. O segundo é este.
O golo dos Radiohead deve-se obviamente ao trabalho que eles fizeram com “In Rainbows”.
Conhecem mais alguma banda que use a internet como eles?
via ComputerLove
Dos retratos video aos short-movies
Até agora este foi o projecto que senti de forma mais pessoal. A partir dos retratos de Richard Avedon, Hillman pegou numa câmara de vídeo e começou a fazer retratos-video de todas as pessoas que por um motivo ou outro o visitavam. Na maior parte dos casos é quase imperceptível que o retrato se “move”. Toda a envolvência, composição, fundo, é o da fotografia… porém viva.
Back to basics: a fotografia como essência fundacional da imagem em movimento. O acto contemplativo da imagem.
Mais tarde, pediram-lhe para fazer retratos de alguns bailarinos. Para além do retrato, Hillman quis congelar o movimento da dança e apaixonou-se pelos corpos. O vídeo que resultou daí é uma obra de arte em movimento, sem que nunca se perca a noção do conceito base: o retrato. Passamos de retrato em retrato, de freeze em freeze, pelo movimento do corpo. Um perfeito bailado. Apaixonante.
As abordagens às histórias de vida foram o passo seguinte. Pequenos documentários não preparados, com uma equipa mínima, quando não só ele mesmo, onde procurava a intimidade da conversa com o entrevistado, sem perguntas preparadas.
Depois vieram os short-movies para Web e depois os vídeos para a Adobe.
A descobrir mais em HilmanCurtis.com
“Creating Short films for the web” by Hillman Curtis
No dia em que se assiste ao encerramento do Independente, vale a pena ler no Economist o artigo sobre as “ameaças” aos jornais tal como os conhecemos.