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Offf 2010 – 10 anos

Categoria: Blog > Blog > Eventos

Parabéns Offf, pelos 10 anos!

Este ano em Paris a Offf encontrou o seu melhor espaço e uma relação optima com o número de participantes. Depois das super-enchentes em Lisboa mal dimensionadas para o espaço disponível, este ano respira-se e circula-se. Mas não é só por dentro… a área de jardim circundante permite que os pique-niques se multipliquem em qualquer sombra e se possa andar de bicicleta ou dormir uma sesta.

Facebook em números

Categoria: Blog > Blog > Social Web

The network is more important than the node, etc.

De acordo com os números mais recentes do Facebook, mais de 2 milhões e 300 mil portugueses têm uma conta nesta rede social online.

Apesar de este número poder não ser surpreendente à primeira vista, sobretudo se olharmos para o sucesso de jogos como o Farmville, a evolução nos últimos 6 meses é verdadeiramente impressionante. Durante este período, o n.º de utilizadores portugueses no Facebook mais do que duplicou, com um crescimento superior a 1 milhão.

Ainda de acordo com os mesmos dados, mais de 50% dos utilizadores portugueses no Facebook, têm entre 18 e 34 anos e 74% têm entre 18 e 44 anos.

Porém o número mais relevante é a penentração do Facebook na população online portuguesa. Segundo o Facebakers, 1 em cada 2 portugueses com presença online têm uma conta nesta rede social.

Sem dúvida estes são números a acompanhar de perto, porém seria importante perceber qual o nível de utilização desta plataforma. Quantos destes 2 milhões e 300 mil utilizarão as principais potencialidades sociais do Facebook?

Imagem da autoria de Hugh Macleod (gapingvoid)

O que eu gostava de ter uma loja…

Categoria: Blog

Ter um escritório no quinto andar é bom. Dá para abrir as janelas, deixar entrar o ar e ver as vistas. Mas o que eu gostava mesmo era de ter o escritório numa loja. E até podia ser uma daquelas reliquias com balcão de madeira, prateleiras e se possivel manter a senhora que desde sempre atendeu todas as vidas que por lá passaram.

E quanto mais penso nisto mais sentido me faz. Por várias razões:

A Antropometria na nossa vida

"Dimensionamento humano para espaços interiores" Julius Panero, Martin Zelnik

O que é que a Antropometria tem a ver com a nossa vida profissional? Tudo, especialmente quando estamos envolvidos em projectos de digital signage onde a posição dos ecrãs é um factor crítico de sucesso do projecto.

A screen is a screen is a screen

Não me perguntem que voltas dá o nosso cérebro durante o sono ou nas fases REM para que me tenha lembrado deste editorial que aqui re-publiquei quase há quatro anos atrás mas que continua tão vivo como nessa altura.

Talvez tenha sido a visão de uma criança de 2 anos que tanto se lhe dá ver o Ruca na tv ou no iPhone do pai.

To a digital native, content is content and a screen is a screen.

Mas se pensarmos bem, um ecrã é muito mais do que isso. É um layer de descodificação de uma realidade. Nele e só nele é possível juntar as várias peças que fazem a informação e o entretenimento. Fora dele, essa realidade não existe. Ou existe? Mesmo sendo efémera?

Where do bits go when they die?”

Antes do ecrã as imagens eram celulóide e mesmo sem projector podiam ser vistas nos negativos. Hoje não. E naturalmente esperamos que daqui a 50 anos um jpg continue a ser um jpg, caso contrário perdemos as nossas fotografias.

Por todo o lado temos ecrãs e a cada um damos uma utilidade diferente, em cada um temos uma experiência de utilização diferente. Por isso embirro que se chame TV aos projectos de digital signage. Também não chamo computador ao meu telemóvel apesar de nele fazer muitas das coisas que faço no pc.

What should the content look like? What should advertising look like? What should the experience metamorphose into? If we accept that the new conventions of playback include the suspension of caring about screen resolution for the sake of the audience’s own enjoyment, how must our creative attitudes change?

Pensemos no iPad, que para mim representa muito mais um conceito de utilização e uma nova abordagem que o gadget em si mesmo. Pensemos na experiência que será transportar connosco e em grande formato toda este layer de descodificação da nova realidade onde nos embrulhamos.

E isto é apenas o princípio.

“Do Screens Dream of Electric Sheep?”

Depois do Café

Depois do Café na Active ficámos de rastos. :)

Mas também ficámos bem impressionados com a qualidade e abordagem de muitas das pessoas que nos visitaram e se vieram dar a conhecer. Foi uma boa experiência e iremos repeti-la de certeza.

Agora passamos à segunda fase, na forma mais tradicional.

Mas depois desta aventura volto a pensar que mais tarde ou mais cedo me vou começar a esquecer das pessoas e das propostas, e por mais organizado que possa ser, arrumar umas dezenas de cv’s é obra e pensar em os voltar a folhear ainda pior (mesmo que seja em digital).

A solução passa de facto pelas redes sociais e é aqui que os candidatos devem investir algum do seu tempo de “procura” de trabalho: a construirem uma presença e uma “marca” pessoal que o empregador recorde, no momento em que necessita de procurar a pessoa certa, para uma determinada função.

Seja no Linkedin, no Twitter, num blog, numa rede de protfolios online como a Behance ou no YouTube, é essencial construirem um portfolio online, mantê-lo actualizado e procurar seguir as pessoas ou as empresas onde pretendem ser entrevistados ou onde já foram.

A ideia é manterem-se próximos sem que isso signifique encherem a caixa de correio da empresa com mais informação, a não ser que seja de facto muito relevante. Um mail mal lido é rapidamente arquivado ou apagado, um post num qualquer perfil fica lá para ser lido em qualquer altura, por mim ou por outros, e isso aumenta as possibilidades.

Portanto, mãos à obra. Fico à vossa espera.

Vídeos de e-learning na b-on: como os tornámos acessíveis

b-on

Não é comum no Active.Blog escrevermos sobre o nosso trabalho. Para isso tem servido o nosso  site. Porquê a excepção agora? Porque achámos que devíamos partilhar as questões de acessibilidade com que nos deparámos no desenvolvimentos destes conteúdos para a b-on.  Para além da construção de um video player personalizado, da integração de vídeo e flash e etc, a acessibilidade foi um ponto crítico neste projecto.

The new hidden persuaders

Categoria: Blog

WUK07Hidden

Este artigo da Wired UK veio a propósito e já não era de hoje que este tema andava por aqui a cirandar.

O artigo aborda uma série de tecnologias, umas mais emergentes que outras, que podem influenciar o nosso comportamento de compra e não só, e é uma leitura que recomendo vivamente.

Dito isto e trabalhando nós em digital signage, é cada vez mais óbvio que estamos a participar numa área claramente multi-disciplinar que não pode ser vista como um elemento isolado que se instala dentro de um espaço comercial ou de serviço público sem que seja pensado em sintonia e convergência com todas as outras áreas.

E estas áreas vão desde a arquitectura e design do espaço, à comunicação e imagem da marca, à experiência de utilização que queremos proporcionar aos clientes/utentes desse espaço, à inovação tecnológica que traz novas soluções de comunicação e interacção, da utilidade que essa inovação tem realmente para o cliente, aos estudos de comportamento do cliente perante a proposta, … e etc etc.

Um bom exemplo disto é a Future Store Initiative, onde várias empresas tecnológicas colaboram na construção da loja do futuro atendendo à forma como a experiência do utilizador pode originar mais vendas. Podem ver a apresentação deles na ScreenExpo 2009.

Se me pedirem para nomear a área de conhecimento que deve orientar esta abordagem, não vejo outra que não a experiência do utilizador, ou no jargão anglo-saxónico, a user experience.

Pensem bem naquilo que vos agrada ou desagrada numa loja, num espaço público, e reparem nos pequenos detalhes que “estragam” tudo apenas porque não são pensados ou tidos como importantes. Pensem num restaurante e no tempo que demoram os cafés e a conta a chegar à mesa e no que isso vos faz sentir.

Estamos no domínio do user experience e é por aí que devemos orientar a abordagem no desenvolvimento dos projectos de digital signage.

Magic Maps

Categoria: Blog

Da Perceptive Pixel, a empresa que criou a magic wall vista na CNN durante as eleições americanas, chega-nos este vídeo onde se apresenta o Magic Maps.

Estamos sem dúvida a caminho do multi-touch e aparentemente nada nos pode parar… só mesmo uma dor nos braços pela posição de navegação.

Mas as potencialidades da tecnologia são muitas e cada vez mais interessantes do ponto de vista da interacção e da experiência do utilizador.

Via Three Minds

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Porquê? Algumas das mil razões são dadas pela Google aqui.

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