Há muitos anos atrás apresentaram-me um livro de nome Caos, onde li a famosa metáfora sobre uma borboleta em Tóquio e uma tempestade em NY. Ou se quisermos adaptar ao dia de hoje, a tempestade que um vulcão na distante Islândia pode provocar na Shift em Lisboa, com a impossibilidade de muitos oradores e participantes não poderem estar presentes.
Aproveitemos o que fica.
Das apresentações de hoje recomendo que leiam a de André Vascelarri sobre Digital Branding. Há ali muito sumo e muito que ler, reter ou aprender. Posto de forma muito simples, tendo a resumir tudo a uma frase:
“Branding isn’t playing a role – Just be yourself”
Ainda assisti à apresentação de Joshua Sierles que falou da sua experiência de Trabalho em viagem e das razões que o levaram a isso. As viagens ensinam-nos a quebrar barreiras, preconceitos, a viver com outras culturas e em outras culturas e o que isso pode fazer pelo nosso pensamento e pela abertura das nossas ideias é impagável.
E se pensarmos bem, hoje teremos até mais facilidades de viajar “eternamente” sem perder o contacto com uma actividade profissional do que tínhamos há vinte anos atrás. É como ser uma espécie de Willy Fog no século XXI.
O fim do dia foi animado com a apresentação do André Ribeirinho que como não podia deixar de ser, levou e abriu uma garrafa de vinho no inicio da apresentação e partilhou com os presentes.
E assim se passou o primeiro dia. Amanhã há mais, ainda mal sabemos com quem, mas com alguém será.
E assim aprendemos que a Islândia é mais perto do que se pensa, que os comboios afinal são coisas boas e que viajar de ante-véspera não é assim tão má ideia.









